Archive for dezembro \29\UTC 2009

VOCÊ TEM UM BOM RELACIONAMENTO COM SEU CHEFE?

29/12/2009

Por Luiz Pagnez*

Uma lenda corporativa afirma que os únicos funcionários que trabalham felizes o dia inteiro e amam seus chefes são os duendes ajudantes de Papai Noel. Mas, como muitos não acreditam na existência do bom velhinho, também tendem a não acreditar na existência desse lugar paradisíaco, onde chefes e subordinados viverão para sempre em paz e harmonia.

Outro fato bem conhecido é que a divergência entre chefes e subordinados é uma das maiores causas das demissões nas organizações. Quando alguém é contratado, esta contratação é feita pelo seu currículo. Ou seja, pelas habilidades e conhecimentos técnicos específicos para certa função. O recrutador queria saber, naquele momento, se o candidato seria capaz de realizar a tarefa para a qual a empresa tinha necessidade. Mas, quando esta pessoa é demitida, muitas vezes essa dispensa é motivada pelo seu comportamento e não pelo seu conhecimento.

Quem já passou pela experiência, geralmente traumática, de uma entrevista de desligamento, tem uma grande chance de ter saído dessa situação com uma sensação de não ter entendido o porquê de ter sido dispensado. É muito comum a sensação de injustiça, por que os anos de sangue entregues à empresa, a grande experiência que se tem sobre a função ou a satisfação e a fidelização de vários clientes devido a seu trabalho, de um momento para outro parecem não significar mais nada. Aí vai a dica: talvez a dispensa tenha sido apenas devido ao seu relacionamento, ou melhor, ao seu mau relacionamento com o chefe.

Injusto? Talvez. Mas vamos tentar nos colocar na posição do chefe. Ele também tem um superior ao qual precisa entregar resultados. Para isso ele conta com sua equipe e espera que todos estejam prontos e dispostos a suprir as necessidades da empresa. Ele precisa ter confiança na sua equipe, de que todos vão aceitar sua liderança e desenvolver o trabalho de forma adequada.

Confiança é um termo chave aqui, então vejamos como o dicionário Houaiss o define:

“1 – crença na probidade moral, na sinceridade afetiva, nas qualidades profissionais etc., de outrem, que torna incompatível imaginar um deslize, uma traição, uma demonstração de incompetência de sua parte; crédito, fé;

2 – crença de que algo não falhará, é bem-feito ou forte o suficiente para cumprir sua função”

Notem que temos “sinceridade afetiva”, “traição” e “fé” nestas definições. As relações entre chefes e subordinados estão carregadas de emoções, pois, no dia-a-dia, o que conta são as relações humanas. O chefe espera que seus subordinados tenham “qualidades profissionais”, “sinceridade afetiva” e “probidade moral” para realizar as tarefas e entregar os resultados que a empresa precisa. Mas, como se mede sinceridade e fé na avaliação de desempenho?

Provavelmente esta medida será muito subjetiva e pessoal, que dependerá dos valores do chefe, do subordinado e dos valores da empresa como um todo. O que é tolerado em uma empresa, pode não ser em outra. O que é incentivado por um chefe, pode ser condenado por outro.

A solução seria, então, tornar-se o famoso “puxa-saco do chefe”? Claramente não, pois estes também estão faltando com a “sinceridade afetiva”, uma vez que omitem suas opiniões apenas para não desagradar o chefe. Só por meio do diálogo franco é possível alinhar as expectativas. A confiança é necessária nessa relação, e esta deve ser recíproca.

Recíproca porque o chefe precisa ter confiança de que seus funcionários seguirão suas orientações. Os funcionários, por sua vez, devem confiar que seu líder ouvirá suas sugestões. Para o chefe, seus colaboradores devem estar se esforçando para cumprir a meta e os subordinados devem confiar que seu líder avaliará os resultados de forma justa. Existem vários exemplos desta relação essencial de confiança e, quando as pessoas conseguem desenvolvê-la, temos as condições para criar uma verdadeira “Liderança”, não apenas “Chefia”.

Parece difícil encontrar esta relação ideal? E é mesmo. Como em qualquer relacionamento humano, precisamos sempre estar atentos às nossas atitudes e comportamentos dentro da empresa, cultivando esta confiança para não virarmos estatística. Pois, como você deve estar lembrado do início do texto, uma das maiores causas que levam a demissões é o problema de relacionamento pessoal entre chefes e empregados. Mesmo em momentos de crise, quando a situação financeira da empresa leva a estas mudanças, o “escolhido” para deixar a empresa pode ter sido apontado não apenas por características técnicas, mas também (e em alguns casos, principalmente), por problemas comportamentais.

Outro ponto importante, ao qual precisamos ficar atentos, é que será mais fácil mudar o seu próprio comportamento do que esperar seu chefe mudar o dele. Se já existe um problema de relacionamento hoje, não espere que seu chefe tenha tempo de sentar com você e “discutir a relação”. Ele não terá tempo para isso. Analise sua postura diante do seu chefe e tente pedir um feedback claro de quais pontos você pode melhorar, para traçar estratégias de construção de um comportamento mais útil para a equipe.

E então, você tem um bom relacionamento interpessoal com seu chefe? O que você tem feito para cultivar uma confiança recíproca?

*Luiz Pagnez é formado pela Unicamp, pós-graduado em Sistemas de Informação pela FIAP e tem MBA em Gestão Estratégica de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas. Atua há 10 anos no mercado de Recursos Humanos e, atualmente, é diretor de novos negócios do Site Uol.

Fonte: MaxPress

GRUPO PROTEGE ABRE INSCRIÇÕES PARA PROGRAMA TRAINEE 2010

29/12/2009

Salários chegam a R$3.015,00 por mês

A terceira edição do programa tem como objetivo treinar e desenvolver candidatos internos e externos recém-formados em cursos de graduação e/ou pós graduação. O Grupo busca, com isso, capacitar novos profissionais para atuarem em cargos de lideranças nas filiais da empresa. O Programa terá duração de 9 meses e contará com uma equipe de 6 trainees, sendo 3 internos e 3 externos.

Pré-Requisitos:
Formação em Administração de Empresas, Ciências Econômicas, Direito, Economia e/ou Gestão em Segurança Privada;
Para candidatos externos: conclusão do curso de graduação e/ou pós-graduação há no máximo cinco anos (dez/04 a dez/09);
Ter disponibilidade para viagens, trabalhar e fixar residência em outras cidades;
Inglês e/ou Espanhol (desejável);
Informática: domínio Pacote Office.

Remuneração:
O salário é de R$3.015,00 / mês, além de assistência médica e vale refeição como benefícios.

Os interessados em se inscrever no Programa Trainee 2010 da Protege devem consultar o regulamento e a ficha de inscrição para seleção no site www.protege.com.br/trainee2010. O prazo para concorrer às vagas termina no dia 29 de janeiro de 2010.

PESQUISA CONFIRMA QUE MOTIVAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA RENDIMENTO NO TRABALHO

29/12/2009

Estudo realizado com 30 mil pessoas de 15 países detectou que equipes motivadas são 50% mais produtivas.

Por Rômulo Martins

Antídoto contra o mal-estar ou ironia do destino? Grande preocupação do mundo corporativo, o stress tornou-se a mola propulsora que mobilizou as empresas, hoje mais atentas ao ambiente motivacional e à qualidade de vida dos colaboradores. Mas nada é por acaso. Uma pesquisa realizada pela consultoria Right Management confirmou o que as companhias já haviam percebido: funcionário motivado rende mais.

Após consultar cerca de 30 mil pessoas de 15 países, sendo 100 delas brasileiras, o levantamento detectou que pessoas motivadas são 50% mais produtivas. Segundo a talent manager Marisabel Ribeiro, equipes que se conhecem bem, entendem quais são os interesses individuais dos colegas de trabalho, por isso sentem-se motivadas e produzem mais.

Ela afirma que é preciso estar próximo do funcionário para mobilizá-lo e descobrir o que o motiva: “As empresas que possuem seus departamentos de Recursos Humanos mais fortalecidos buscam justamente isso. Promovem o autoconhecimento, utilizam o coaching como ferramenta para o desenvolvimento de líderes para conhecer mais intimamente o que motiva os seus colaboradores”. Leia mais…

SALÁRIO MÍNIMO SUBIRÁ PARA R$510 EM 2010

23/12/2009

Fonte: R7

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

INSATISFAÇÃO PROFISSIONAL? HORA DE REVER A CARREIRA

23/12/2009

Segundo especialistas, se o trabalho não traz satisfação pessoal é preciso se planejar para mudar de área.

Por Rômulo Martins

Você descobriu que a carreira escolhida não traz a satisfação desejada e resolve mudar de profissão. Cuidado! É preciso ter certeza de que esta é a melhor atitude a ser tomada. É necessário também ter consciência dos riscos que esta decisão poderá acarretar e se preparar para lidar com eles.

Antes de agir, portanto, saiba qual é a real causa do descontentamento. “Muitos profissionais confundem a insatisfação no trabalho com a pessoal ou com o clima organizacional. Chegam a pensar que não gostam do que fazem quando, na verdade, o motivo para a falta de satisfação está no ambiente empresarial”, afirma Vanessa Novais, gerente de planejamento de carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos.

Agora, se você está exaurido e descobriu que a profissão atual de fato não traz satisfação pessoal, antes de deixar o cargo é necessário se planejar para encarar os desafios na busca por um novo trabalho. Para a professora Janete Teixeira Dias, coordenadora do Centro de Carreira do INPG (Instituto Nacional de Pós-Graduação), o profissional precisa criar planos alternativos e viáveis, baseados na movimentação do mercado:

“É a partir da leitura do cenário atual e da visão dos desdobramentos deste cenário, em termos de futuro, que o profissional poderá elaborar um diagnóstico mais preciso de suas reais necessidades. Para isso, é preciso estar constantemente bem informado sobre os aspectos que permeiam o ramo de atuação escolhido. É importante cruzar informações, ver as influências entre as áreas, as movimentações políticas, as questões ambientais, econômicas e sociais que possam interferir em sua escolha”.

Começar de novo
Segundo especialistas, pessoas que desejam seguir uma nova profissão devem se preocupar com formação técnica. A sugestão são os cursos de pós-graduação ou de atualização profissional. Se o investimento não couber no orçamento, a orientação é poupar dinheiro antes de iniciar o estudo. Além de gerar conhecimento, uma pós-graduação é uma boa oportunidade para o profissional criar seu network. Leia a matéria completa…

OS SONHOS DE NATAL E DO REVEILLON NÃO PODEM SE ACABAR!

22/12/2009


Por Alexandre Gomes

Está chegando o NATAL! Alguns comemoram a meia-noite do dia 24 de dezembro, outros em um almoço no dia 25 e alguns nos dois dias. As famílias se reúnem, trocam presentes, comem em um dia o que se come em um ano, bebem em um dia o que se bebe em um mês, conversam, riem, choram. Eu não conheço data mais sensacional do que o Natal para se fazer networking. É a melhor oportunidade para falar com o parente que está distante, com amigos, reencontrar parentes, enviar cartões em papel ou virtuais pela internet. É hora também de agradecer aos clientes, fornecedores, parceiros pelo ano que passou e dizer que em 2010 a meta é fazer um ano melhor. Veja bem, não é torcer por um ano melhor, é para se dedicar, se esforçar, trilhando o caminho do sucesso e criando um 2010 melhor do que o atual.

Em muitas casas o Papai Noel, muitas vezes o tio gordo eleito pela maioria, chega com o saco vermelho nas costas cheio de presentes para a meninada. As crianças realizam dois sonhos em um só momento: conhecer o Papai Noel e ganhar o tão esperado presente.

E o que existe em comum entre o Natal e o Reveillon? A esperança e o sonho de um mundo melhor. No Natal, as pessoas ficam mais caridosas, se preocupam em doar alimentos aos pobres, se preocupam mais com os outros. Por que, como em um passe de mágica, o espírito natalino desaparece após o Natal? Não podemos ser caridosos e bons o ano inteiro?

Uma semana depois do Natal, todos irão comemorar a passagem de ano, o Reveillon. Mais um ano de trabalho, de desafios vencidos, problemas de saúde superados. Para muitos será o momento de agradecer por estar vivo, com saúde. Para outras pessoas, o momento é de reflexão, hora de fazer um balanço do ano de 2009 e estabelecer metas para 2010.

O Reveillon é a melhor data para transformar sonhos em metas, para depois transformá-las em realidade. É incrível como no último dia do ano tanta gente sonhe com tantas coisas, mas no dia seguinte o sonho desmancha na palma das mãos. Faça um exercício no dia 31 de dezembro de 2009: escreva no papel o que você já alardeou para todos. Registre os seus sonhos, o que você quer para sua vida em 2010, 2011, 2012 e, por que não dizer, 2020. Neste momento não há nada impossível!

Se seu sonho é ser presidente da empresa em que trabalha, escreva. Se seu sonho é abrir um negócio, anote. Se seu sonho é casar, ter filhos, viajar mais, ter mais tempo para a família, anote com o ano na frente. Faça tudo com calma e sem “viajar na maionese”. Se você hoje tem um cargo de analista administrativo, não pode colocar meta de ser presidente para 2010; coloque esta meta mais adiante e outra para o ano que vem. Use o bom senso. E a meta não pode ser muito fácil, senão irá te desmotivar, pois você atinge rápido demais. Por outro lado, a meta não pode ser arrojada em um curto espaço de tempo, senão se você ficará desmotivado por ser inatingível.

Depois de definir suas metas e prazos de execução, se pergunte o que tem que fazer para atingi-las. Não ache que o sonho cai do céu ou que alguém vai se esforçar mais do que você para realizar o seu sonho.  Dedique-se bastante e o sucesso virá antes do que imagina.

Feliz Sonho! Feliz Meta! Feliz Natal! Feliz 2010!

(*)Alexandre Gomes é formado em Administração pela PUC/MG, pós-graduado em Gestão Empresarial pela FGV, autor do livro “Motivação & Criatividade no dia-a-dia”, palestrante e autor de 85 artigos já publicados em revistas, jornais e sites de todo o país.  Site: www.sucessoefelicidade.com.br

CALL CENTER: É POSSÍVEL FAZER CARREIRA NO SETOR?

22/12/2009

Pesquisas revelam o quanto o setor de Call Center tem se expandido ao longo dos últimos 10 anos.

Por Stan Braz*

No ano 2000, somente 10% da população brasileira possuía uma linha telefônica, mesmo depois do setor de telecomunicações ter sido privatizado dois anos antes. Esse quadro evoluiu rapidamente e, com a consolidação da internet, telefonia celular, ampliação de ofertas de crédito a pessoas físicas, dentre outros fatores sociais e econômicos, as empresas perceberam diversas mudanças no comportamento dos consumidores e tiveram que se reestruturar para atender a crescente necessidade de se relacionarem mais e melhor com seus clientes. O setor de Call Center entendeu a mensagem e passou a investir em tecnologia, mão de obra e soluções integradas a fim de estreitar o contato entre as companhias e consumidores.

A cada nova pesquisa, os números revelam o quanto o setor de Call Center tem se expandido ao longo dos últimos 10 anos. Em 2009, apenas o estado de São Paulo deve ampliar seu faturamento em 6% sobre os R$ 4 bilhões totalizados no ano passado. Com isso, muito se comenta sobre o segmento, mas é preciso que ele seja conhecido a fundo. A começar por sua importância no quesito empregabilidade. Está cada vez mais ultrapassada a ideia de que as oportunidades de trabalho na área são temporárias.

O operador de Call Center tem grandes chances de fazer carreira no setor, tudo depende, primeiramente, de suas habilidades e desempenho no trabalho. Leia mais…

VIDEO – CONHEÇA OS DIREITOS DOS TRABALHADORES TEMPORÁRIOS

18/12/2009

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Fonte: G1

MEU COLEGA VIROU O MEU CHEFE, E AGORA?

18/12/2009

Consultora afirma que maturidade de ambas as partes é importante para o bom relacionamento

Saber se relacionar com os colegas de trabalho é um dos principais requisitos para quem quer garantir a qualidade do ambiente e do próprio trabalho. Segundo Susane Zanetti, diretora da ZHZ Consultores, a arte de se relacionar é um grande desafio para qualquer profissional de mercado, visto que ‘lidar’ com pessoas é um aprendizado constante nas organizações. “Se, ainda, somado a isso, tivermos mudanças na hierarquia, as situações de trabalho podem variar e as dificuldades de relacionamento podem surgir sem aviso”, explica Zanetti.

Em geral, os profissionais se deparam com a seguinte questão: “Ele já foi meu colega de trabalho e agora virou chefe e nosso relacionamento mudou completamente. Como vou administrar isto?”. Para Susane Zanetti, esta situação é comum nas organizações, pois a mudança na hierarquia pode alterar a qualidade do relacionamento, ou seja, o problema pode surgir de um dos lados ou de ambos. “Ou seja, o profissional que é promovido pode achar que agora vai passar a deter o poder e que deve comportar-se de maneira diferente, alterando os limites e cobrando de outra forma os resultados”, diz.

Segundo Zanetti, o subordinado pode sentir que a relação mudou. São questões do dia a dia da empresa e exigem, principalmente, maturidade nas relações de trabalho. Para ela, esta maturidade pode ser alcançada com a capacidade de autocrítica constante, disposição para ouvir, reconhecimento das lideranças entre as pessoas (seus valores, desejos e maneira de ser) e a capacidade de receber e dar feedback e evitando julgamentos precipitados, preconceitos e “rótulos”.

“Se cada profissional conseguisse colocar pelo menos 50% destes cuidados em prática teria uma qualidade de relacionamento muito melhor”, comenta a especialista em gestão de pessoas. “A questão é que tendemos a achar que os problemas estão nos outros, negando que somos parte deste problema. A realidade tem mostrado que, quando assumimos a noss parcela de responsabilidade nos problemas de relacionamento, conseguimos resolver grande parte deles. Após esta conscientização, os cuidados acima podem surtir efeito”, conclui.

Os benefícios do desenvolvimento da competência interpessoal:
Criar um clima de bem-estar entre os indivíduos que interagem;
Ser o mais profissional possível dentro da empresa, não levando as atitudes dos outros ao nível pessoal;
Evitar atritos desnecessários, causados por más interpretações ou antipatias;
Tratar as pessoas com respeito, dedicação e cortesia;
Promover a integridade do grupo para que funcione unido e harmônico.

Fonte: Bem Paraná

CONHEÇA O MERCADO DE TRABALHO PARA QUEM PASSOU DOS 40 ANOS

17/12/2009

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Fonte: G1

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