A EDUCAÇÃO CORPORATIVA NO BRASIL É TÍMIDA?

diante da competitividade do mercado, pesquisa da USP revela que investimento na formação de profissionais está restrito às empresas de grande porte.

Por Rômulo Martins

O cenário globalizado e a competitividade nos negócios fazem as empresas perceberem que a formação contínua dos profissionais são, em parte, de responsabilidade delas próprias. A razão desse entendimento é óbvia: o turbilhão de incertezas e de rápidas mudanças pelo qual passa o mercado dificulta o delineamento claro sobre suas nuances, portanto, quem quiser sobreviver nesse quadro precisa investir na prática coordenada de gestão de pessoas e do conhecimento, tendo como orientação a estratégia de longo prazo.

Mais que treinar ou qualificar, as organizações devem articular coerentemente as competências individuais e organizacionais em seu contexto mais amplo com a implantação de programas de educação corporativa. Apesar de a conjuntura ser esta, um estudo da USP (Universidade de São Paulo) revela a necessidade da ampliação dos projetos voltados à formação dos colaboradores no ambiente corporativo.

Segundo a pesquisa, a educação corporativa no Brasil está restrita às grandes empresas. Das instituições ouvidas pela universidade, 70% das que investem em formação possuem mais de mil colaboradores. “Infelizmente isso ainda é verdade, visto que grande parte das micro e pequenas empresas ainda têm por trás empreendedores que empreendem por ‘necessidade’ e não por ‘oportunidade’”, afirma Cristiane Rebelato, gerente do Sebrae São Paulo. Para Cristiane, o erro está em buscar resultados imediatos para o negócio, deixando a formação dos funcionários em segundo plano.  Leia mais…

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5 Respostas to “A EDUCAÇÃO CORPORATIVA NO BRASIL É TÍMIDA?”

  1. João Saad Says:

    Olá equipe do Blog. Acredito que as habilidades do profissional atual devem sempre ser trabalhadas e isso irá beneficiar a própria empresa que ele atua. Portanto, penso que as empresas devem investir nos seus funcionários, pelo menos numa parcela, como por exemplo, ajuda de custo.

  2. Ronaldo Dantas Says:

    Concordo com voê João. O problema é que a maioria das empresas no Brasil é de pequeno e médio portes e, como diz a matéria, grande parte dos microempresários pensa apenas no lucro e se esquece que funcionários motivados produzem mais. Além disso, essas empresas acabam afugentando os talentos. Penso que está na hora de empreender com modernidade e investimento no capital humano.

  3. Ivan Says:

    Acho que quem é a própria pessoa que precisa correr atrás para ficar capacitada para o trabalho.

  4. Cíntia Says:

    Aos poucos este cenário vai mudar. Tenho visto pequenas e médias empresas também preocupadas com a formação dos seus colaboradores.

    • empregoscombr Says:

      Cíntia

      Nós da Empregos.com.br também torcemos para estas mudanças sejam breves e que em futuro próximo mais empresas, não apenas as grandes, também percebam que investir nas pessoas é sempre certeza de resultados positivos, tanto do ponto de vista de qualificação do quadro como motivacional.

      Equipe Empregos.com.br

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