QUANDO A BUSCA POR UM EMPREGO REQUER PRIVACIDADE

Como profissionais que estão empregados devem procurar novas oportunidades sem colocar em risco o trabalho atual?

Por Rômulo Martins

Na era da informação e das inovações tecnológicas, empregabilidade virou sinônimo de competência. Quem não sabe administrar a própria carreira torna-se mais vulnerável no mercado e, portanto, corre mais risco. Entre os especialistas é consenso: o profissional deve avaliar permanentemente a sua empregabilidade para averiguar se as suas competências são compatíveis com as do mercado de trabalho.

A internet, de novo, torna-se a aliada mais prática e acessível ao profissional. Informações sobre o mercado, seja qual for a área de atuação, podem ser buscadas nos sites de empregos, consultorias especializadas e por que não nas redes sociais. Até o network é uma forma de avaliar a empregabilidade.

Do mesmo modo, a internet serve como instrumento de marketing pessoal e profissional. E quando o mundo virtual se transforma em uma plataforma profissional, as chances de encontrar novas oportunidades no mercado são maiores.

Especialistas em gestão de carreira e recursos humanos afirmam que estar aberto a novas propostas, realizar pesquisas em sites e consultorias com o objetivo de analisar as oportunidades de emprego oferecidas pelo mercado e até mesmo enviar currículo quando a vaga em aberto parecer interessante é positivo e, até certo ponto, é encarado com naturalidade pelas empresas, mesmo quando o profissional se sente realizado com o trabalho atual.

No entanto, será que expor os dados pessoais e profissionais sem se preocupar em estabelecer alguns critérios é seguro quando o profissional já está empregado? Realizar cadastro em sites de empregos ou deixar currículos em consultorias de recrutamento e seleção não seria um risco para o emprego atual?

Segundo a consultora do IDORT São Paulo, Elisabete Alves, é natural que os profissionais estejam de olho no mercado para avaliar o seu nível de empregabilidade e que as empresas estejam atentas aos talentos, estando eles empregados ou não. Mas, segundo ela, é importante que as pessoas já empregadas tomem alguns cuidados ao se candidatar às vagas oferecidas pelas companhias. “Os profissionais podem mapear as empresas que querem trabalhar e mandar currículo apenas para as selecionadas a fim de não correrem o risco de enviar currículo para a própria empresa em que trabalha”, orienta Elisabete, que é especialista em gestão de carreira.

Especialista em administração de recursos humanos, Luis Marcondes recomenda a procura de um site ou consultoria especializada que cuidará do sigilo dos dados do profissional. Marcondes, que é sócio da Search, explica que na inviabilidade de recorrer aos serviços especializados, o profissional deve ocultar o nome do empregador atual no currículo, detalhando apenas as características da organização e a sua função e responsabilidades nela.

Segundo ele, as redes sociais também são um bom termômetro para medir o nível de empregabilidade, realizar network ou para encontrar novas oportunidades de trabalho. “Geralmente, nas redes o profissional encontra ex ou atuais colegas de trabalho que são excelentes fontes de referência e que podem lhe indicar alguma posição [vaga]. Mas isso vai depender dos bons relacionamentos que ele possui”, destaca Marcondes. Leia a matéria completa…

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