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Vivência no exterior – o coringa dos processos seletivos

29/04/2011

Por Eliane Figueiredo*

Vivência no exterior: o coringa dos processos seletivosOs diferenciais de um perfil profissional há muito tempo não são mais os mesmos. O próprio inglês fluente, considerado decisivo em algumas seleções há alguns anos, tornou-se uma condição básica especialmente em alguns segmentos de negócios. Em seu lugar, entra em cena a vivência no exterior como diferencial e vantagem competitiva.

A demanda por profissionais experientes no contato com pares e clientes estrangeiros aumenta em função da intensa globalização de negócios e serviços vivenciados pelas empresas brasileiras. Cada vez mais, a experiência adquirida em um país diferente conta em um processo seletivo. Essa vivência permite ao colaborador desenvolver sua capacidade de adaptação a novas situações, além de ampliar sua visão para compreender as necessidades de clientes e pares de diferentes contextos culturais.

Para as empresas, um profissional com experiência fora do Brasil mostra-se capaz de enfrentar grandes desafios e de articular contatos externos. A experiência “fora de casa” capacita o profissional para atividades desafiadoras de abrangência mundial. Na avaliação de alguns ramos de negócio, como o de serviços, o profissional globalizado é ideal para se relacionar com outras culturas, pois a diplomacia é um item bastante importante neste segmento. Leia mais…

COMO VAI SER MARKETING PESSOAL?

14/01/2011

Criar e difundir uma imagem profissional positiva é o objetivo de quem faz marketing pessoal.

Por Leila Navarro*

Marketing PessoalPara tanto, normalmente investimos no modo de nos apresentar, cuidamos do vestuário, aperfeiçoamos a maneira de falar e cultivamos uma ampla rede de contatos, o famoso networking. Essas atitudes são importantes, sem dúvida, mas não são tudo, pois compõem a parte “exterior” do marketing pessoal. É preciso cuidar também da parte “interior”, da postura que vem de dentro, e aqui considero essenciais três coisas: profissionalismo, entusiasmo e habilidade de relacionamento.

Profissionalismo, em minha visão, é a soma da competência com o empenho em realizar o trabalho da melhor maneira possível. A pessoa verdadeiramente profissional persegue a excelência e não se contenta em fazer o que se espera dela – na verdade, procura superar as expectativas. É confiável, cumpre compromissos, respeita prazos. E ainda surpreende.
Já o entusiasmo é a expressão da paixão por realizar alguma coisa – no caso, o trabalho que se realiza. O profissional entusiasmado esbanja brilho e energia, o que o faz ser percebido pelos outros como alguém bem sucedido no que faz.

Habilidade de relacionamento dispensa definições e é tão importante que sua falta pode levar por água abaixo os efeitos positivos do entusiasmo e do profissionalismo. Afinal, de que adianta ser apaixonado pelo que se faz e ter alto grau de profissionalismo quando se é inábil para tratar com as pessoas? Já vi gente com muita garra e competência ser afastada do trabalho ou ter sua ascensão profissional comprometida por não ser capaz de estabelecer bons relacionamentos com clientes e parceiros, superiores, subordinados e colegas.

Agora reflitacomo está seu marketing pessoal em relação a esses pontos?
O que você tem feito em prol de uma imagem de profissionalismo? Você se satisfaz em cumprir com “a sua parte” ou procura fazer mais do que lhe é pedido? É superficial ou profunda? É restrita ou abrangente? Faz as coisas sempre da mesma maneira e preocupa em inovar? É uma profissional commodity ou luta para se diferenciar?

E seu entusiasmo pelo trabalho, como está? Será que ele tem resistido às dificuldades do dia-a-dia, da concorrência acirrada e da instabilidade que reinam hoje no mundo dos negócios? Avalie também qualidade dos seus relacionamentos profissionais. Você sabe ouvir os outros, valoriza as opiniões alheias e aceita críticas sem se sentir ofendida? É preocupada em se fazer compreender e diz com franqueza o que pensa? Você coopera quando solicitada e pede ajuda quando precisa?

Com entusiasmo, profissionalismo e habilidade de relacionamento, você pode irradiar uma imagem profissional altamente positiva, assertiva e vendedora. Veja que não estou falando de frases prontas, gestos calculados e atitudes artificiais, mas de uma postura que vem de dentro, mostrando quem você é, o que sabe e a que veio.

*Leila Navarro é Conferencista, Especialista Comportamental. É também autora de 13 livros, ganhou por duas vezes o Prêmio de “Palestrante do Ano” (2005 e 2009). Acesse também www.leilanavarro.com.br e B logwww.leilanavarro.com.br/blog

 

MOTIVAÇÃO – ASPECTO FUNDAMENTAL PARA O PROFISSIONAL

28/12/2010

Com profissionais motivados, todos ganham: o profissional, o ambiente de trabalho e os resultados da companhia.

Por Sueli Brusco*

Motivação: necessário para a empresa; fundamental para o profissionalVivemos na era do conhecimento e da valorização humana. Independente do porte ou da área de atuação, está cada vez mais claro que empresas são feitas por pessoas e que é preciso valorizá-las. De nada adianta um produto muito bem elaborado tecnicamente, com uma engenharia de ponta, se, na hora da venda ou de um contato com o consumidor, o colaborador não souber valorizar toda a inovação do produto. E para conseguir profissionais empenhados no emprego, além de muito treinamento, é preciso estratégias direcionadas para o incentivo e o reconhecimento da capacidade individual e da integração entre em equipes. Com profissionais motivados, todos ganham: o profissional, o ambiente de trabalho e os resultados da companhia.

As campanhas de motivação estão em toda a parte. Trata-se de um mundo silencioso capaz de mover profissionais e grandes companhias rumo ao sucesso. Porém, para atingir o resultado alcançado, é necessário envolvimento e engajamento das duas partes envolvidas: empresas e profissionais.

A iniciativa deve e precisava vir do mundo corporativo. Mesmo em pequenas empresas, é simples e fácil organizar ações direcionadas à motivação. Vale ressaltar que, mais importante do que uma grande recompensa final, é a criação de uma cultura de reconhecimento dentro da corporação. Todos precisam saber do comprometimento da empresa com os seus colaboradores.

Metas
É preciso definir metas que sejam factíveis, porém não tão fáceis que possam ser consideradas banais. As metas servem para guiar o colaborador em seu emprego. Cada profissional precisa e deve saber para onde caminha a empresa e qual a sua importância para ajudá-la nesta trajetória. As metas sinalizam a direção para onde todos devem olhar. Leia mais…

COMO AVALIAR SUA EMPREGABILIDADE

06/12/2010
Saber o que o mercado quer, a qualquer momento, é a chave da alta empregabilidade. Por Laerte Leite Cordeiro* 

Como Avaliar sua EmpregabilidadeUm dos mais tradicionais e competentes “headhunters” brasileiros, SIMON FRANCO, em matéria recente, publicada na Revista “O Administrador”, definiu empregabilidade como “a capacidade de se fazer cobiçado pelo mercado”.  Em outras palavras. Empregabilidade é o nível de atendimento, por parte de qualquer executivo, das contínuas e mutáveis exigências profissionais impostas pelo mercado de trabalho.

O importante para um executivo, portanto, qualquer que seja sua área de atuação, será então manter permanentemente alta sua Empregabilidade, significando que ele sempre deverá ter, para oferecer, um conjunto integrado de qualificações que as empresas venham a buscar no mercado ou nos próprios quadros.

Hoje em dia não basta apenas a competência técnica na área de opção, para assegurar alta empregabilidade; o mercado quer mais do que isso. Quer também a competência gerencial que leva a resultados e a competência humana e cultural que leva à produtiva relação com pessoas e organizações.

A grande questão para cada profissional hoje em dia é saber como anda sua empregabilidade e como testá-la, sempre visando à atualização dos seus ativos profissionais e à compatibilização com as demandas empresariais. Saber o que o mercado quer, a qualquer momento, é a chave da alta empregabilidade.

Dentre as formas de avaliação mais conhecidas e eficazes, parecem mais importantes:

  • 1. Atender aos convites eventuais de “headhunters” para participação em processos de seleção de executivos para seus clientes, com isso sendo informado, na prática, sobre aquilo que o mercado procura.
  • 2. Assistir a cursos e palestras em sua área de atuação para sentir o que há de novo em seu campo de trabalho, permitindo-lhe “encorpar” o conjunto de seus ativos profissionais e ganhar mais empregabilidade.
  • 3. Acompanhar de perto os anúncios de recrutamento dos jornais e revistas, visando  identificar os requisitos estabelecidos pelas empresas para os executivos que pretendem contratar.
  • 4. Pesquisar nos livros e artigos de revistas especializadas em Administração de Empresas e em Gestão de Pessoas sobre as inovações e recomendações dos autores quanto ao que se espera de bons e atualizados executivos.
  • 5. Participar de Associações Profissionais nas quais os debates e as discussões de temas ligados à atividade executiva, possam explicitar as qualificações essenciais para o perfil do executivo profissional de sucesso.
  • 6. Frequentar Congressos, Simpósios, Reuniões, Palestras e Fóruns, nos quais sejam examinados assuntos que levem, afinal, ao conhecimento do que as empresas irão cobrar no desempenho dos profissionais no mercado.
  • 7. Manter sempre os canais abertos para aquelas pessoas que compõem o seu network pessoal, de forma a que elas possam servir como “informantes” de tudo quanto as empresas e o mercado de trabalho executivo venham a requisitar dos profissionais militantes.

O trabalho de manter-se alerta para as mudanças das exigências do mercado de trabalho é essencial para que qualquer executivo possa manter alta a sua empregabilidade. E manter alta a sua empregabilidade é extremamente saudável para o executivo em momentos de mudança de emprego, assim como para assegurar seu crescimento hierárquico na empresa na qual atua.

Lamentavelmente, porém, um grande número de executivos só passa a se preocupar com sua empregabilidade quando seu emprego entra em risco ou, quem sabe já muito tarde, quando o desemprego bate à porta.

A recomendação é, pois, para que todo executivo procure continuamente testar sua empregabilidade, enfatizar os seus pontos altos e rapidamente melhorar aqueles aspectos de seu perfil que o afastem do interesse do mercado. A acomodação ou o desconhecimento podem levar até mesmo a um desastre em sua carreira.

*Laerte Cordeiro
é coach sênior de carreiras, mestre em administração e diretor da Laerte Cordeiro Consultores em Recursos Humanos.

O PERIGO DOS CHEFES EGOCÊNTRICOS

26/11/2010

Saiba como lidar com essa situação no ambiente profissional.

Por Marcelo Mariaca*

O perigo dos chefes egocêntricosChefes inseguros e egocêntricos podem prejudicar os subordinados, principalmente os melhores talentos, envenenar o clima organizacional e comprometer os resultados da empresa.  Em geral, executivos com esse perfil ofuscam o brilho dos profissionais mais talentosos porque, de forma maquiavélica ou mesmo inconsciente, enxergam neles uma grande ameaça a seu poder. Na vida real, as situações em que o ego e a vaidade das chefias se sobrepõem ao brilho dos melhores profissionais são muito comuns, mesmo na era em que a liderança, trabalho em equipe e retenção de talentos são palavras de ordem numa organização.

Maturidade emocional não é requisito para alguém se tornar chefe. Não é a regra, mas, muitas vezes, pessoas mais disciplinadas, dedicadas e inteligentes, ou aquelas que souberam conquistar posições graças à habilidade de lidar com a intrincada teia política da empresa, são exatamente aquelas que menos desenvolveram equilíbrio emocional ideal. Aliás, em algumas empresas, ser egocêntrico é quase um requisito para progredir na vida profissional.
Mas o que fazer se você trabalha com um chefe egocêntrico, arrogante ou com vaidade exacerbada? Como lidar com um chefe que rouba o crédito de sua ideia, reduz sua autoestima ou reprova seus projetos, negando a promoção para um novo cargo ou delegando para outros seu projeto mais sonhado?

Dou vários conselhos no meu livro “Erre Mais”. Primeiro, não confronte um chefe inseguro em público; isso pode ser extremamente perigoso, pois aguça ainda mais a sua insegurança. Fale sobre suas ideias reservadamente com ele antes de discuti-las em público. Também é inteligente compartilhar o mérito de suas melhores ideias com ele – aí, sim, em público –, solicitando sua opinião. Agindo assim, você estará tornando-o um aliado, e não um inimigo. Pessoas inseguras e egocêntricas costumam se sentir muito sozinhas e podem, portanto, valorizar uma atitude aliada.

Um erro frequente é tentar conquistar esse tipo de executivo com elogios exagerados. Ele não é bobo e pode se sentir manipulado. E, muito importante, respeite a própria dignidade e não permita que ninguém o maltrate, nem em público nem a portas fechadas. Quando um chefe egocêntrico torna-se inconveniente ou desrespeitoso, fale com ele primeiro, mas, se necessário, procure outros aliados dentro da organização, até falando com o chefe do próprio chefe nas situações limite.

Um bom ambiente, liderado por um profissional que saiba conduzir com maestria sua equipe, é fator-chave para aumentar a coesão interna, garantir a retenção dos talentos e melhores índices de produtividade. De maneira geral, manter a linha de comunicação sem ruídos é um passo importante para o entendimento e a integração da equipe.

Relacionamentos em geral são complicados e ninguém tem a garantia de que encontrará, no próximo emprego, um chefe dos sonhos. Portanto, antes de se demitir por causa de um chefe inseguro ou egocêntrico, aposte suas fichas na melhora da comunicação e do relacionamento. Afinal, muitas vezes o emprego atual é a melhor oportunidade de crescimento de uma carreira.

*Marcelo Mariaca é presidente do conselho de sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School.

DIFÍCIL TAREFA DE CONCLUIR A GRADUAÇÃO

23/11/2010

Não tenha medo de escolher, errar ou de descobrir outra vocação ao longo do percurso.

Por Leticia Bechara *

Difícil tarefa de concluir a graduaçãoQuando me preparei para o vestibular, em 1989, tinha 18 anos. Naquela época fiz um teste vocacional que indicou algumas opções: Direito (tinha boa argumentação), Psicologia e Medicina. Entre as três, a que realmente me identifiquei (na época!) foi Psicologia – até porque para fazer Medicina seriam quase 10 anos entre a entrada e a conclusão do curso, e havia previsões (de Nostradamus) que o mundo acabaria no ano 2000. Seria o grande fim do milênio…

Bom, ingressei na faculdade de Psicologia. Mas, depois do primeiro semestre, percebi que a realidade era bem diferente do que sonhei para a área. Resolvi dar um tempo: fiz um intercâmbio, aprimorei meu inglês e, quando voltei, entrei no curso de Administração. Depois da conclusão do curso (levou sete anos por conta de alguns acidentes de percurso), me dei conta de que queria ser professora. Fiz o curso de Pedagogia, com mestrado em Educação. Nessa fase, foi bem mais fácil selecionar a área, o foco, o curso, iniciar e concluir as etapas. Já tinha mais de 30 anos.

Essas experiências deixam claro para mim que transformar a escolha em definitiva aos 17, 18 anos é quase fatal. Não temos maturidade, experiência ou qualquer noção do que seja a profissão. Leia mais…

PROGRAMAS DE TRAINEE

28/10/2010


Por Rosângela Casseano*

Os programas de trainee são uma excelente oportunidade para preparar jovens recém-formados caracterizados como futuros potenciais, para posteriormente ocupar cargos técnicos e de comando dentro da organização, suprindo dessa forma a demanda das empresas por profissionais qualificados.

Hoje há programas de diversos tipos, para profissionais de todas as áreas. Cresce a cada ano o número de empresas interessadas em selecionar novos talentos e prepará-los para subir na hierarquia e assumir cargos de liderança.

Nos processos de seleção que são rigorosos e exigentes, buscam-se jovens com características como capacidade de trabalhar em equipe, liderança, iniciativa, dinamismo, empreendedorismo e criatividade.

O trainee é um funcionário contratado pela empresa e isso reforça o compromisso com os resultados.

Fique de olho nos prazos de seleção que se iniciam tradicionalmente a partir de setembro e boa sorte!

*Rosângela Casseano é Psicóloga, Hipnoterapeura, Master em PNL e Personal Coach
www.sucessoecarreira.com.br

QUER AUMENTO DE SALÁRIO? ESPECIALISTA APONTA CINCO PASSOS ANTES DE VOCÊ ENCARAR O CHEFE

11/10/2010

Traga resultados antes para não passar vexame. E não deixe de pedir, é claro.

Por Daniela do Lago

O que vou escrever agora é totalmente contrário ao que os livros de liderança e administração dizem. Os livros dizem assim: “Se tiver que pedir um aumento salarial, isso já é um sinal de que você não o merece”. Eu particularmente discordo desta afirmação. A maioria dos livros de liderança, dos quais seguimos a rigor em nosso dia a dia, discorre sobre a realidade de empresas que trabalham por meritocracia. Mas… O que é meritocracia? Ela acontece quando a empresa já tem bem estruturado um método de avaliação por desempenho e, portanto, sabe medir desempenho e produtividade dos colaboradores. Logo, fica mais “fácil” saber quem merece o tal do aumento salarial. Na meritocracia os funcionários também sabem que serão recompensados pelo bom trabalho apresentado.

No Brasil, de acordo com a minha experiência, ainda é minoria as empresas que trabalham corretamente com avaliação por desempenho. Então, se você trabalha em uma empresa supostamente meritocrática, que na prática não tem uma política de aumento salarial tão assertiva assim, cabe a você batalhar pelo reconhecimento de seu trabalho. Não há fórmula mágica para ser usada na hora de pedir um aumento de salário. Porém, antes de tocar nesse assunto, você deve se preparar, pensar bem e sentir se é a hora certa.

Já presenciei situações constrangedoras, em que os próprios colaboradores se colocaram em saias justas ao pedirem aumento salarial. Isto porque não pega bem tocar em certos assuntos na hora de pedir um aumento. Não caia nessa, pois com certeza não conseguirá o que deseja:

1) Eu também mereço um aumento salarial! Não faça comparações desse tipo. Quem disse que merecer é critério para alguma coisa? Eu sei que você merece ser reconhecido e valorizado pelo que faz, mas para isso acontecer na empresa é preciso mostrar resultados. Não se trata de merecimento e sim de resultados. Essa dica pode não agradar muitas pessoas, mas queiramos ou não, reflete o pensamento de muitos empresários: fazer corretamente as tarefas é apenas a obrigação de todo bom profissional. E me refiro também a obrigações como não faltar no trabalho, chegar no horário, cumprir horário de almoço, cuidar dos seus pertences na empresa etc. Portanto, nem pense em colocar essas obrigações em suas justificativas.

2) Crise das contas a pagar: Todos temos despesas para pagar. Acontece que as dívidas contraídas foram escolhas suas. De nada adianta expor seus problemas pessoais como: minhas despesas em casa estão mais altas, a escola dos meus filhos aumentou a mensalidade, comprei um carro e tenho agora prestações para pagar. Seria o mesmo que jogar esse problema para seu chefe resolver. Não vá por esse caminho. (Continue a leitura aqui).

TRAVALHO – CASTIGO OU SATISFAÇÃO?

12/05/2010

O significado e razão do trabalho na vida das pessoas.

Por Juliana Almeida Dutra*

Castigo ou Satisfação?O trabalho já foi considerado castigo divino, atribuído a Adão pelo pecado original, e também como meio de atingir as bênçãos de Deus. Conexo à riqueza e status, é fato indiscutível que o trabalho faz parte da vida social, mas qual sua importância na vida dos indivíduos? Seria ele o motivo de nossa existência? A palavra trabalho, derivada de tripalium, que no latim é o nome de um instrumento de tortura, pela definição atual do Aurélio significa “aplicação das forças e faculdades humanas para alcançar um determinado objetivo”. As concepções do termo se diferenciam assim como pode o sentimento gerado por meio do trabalho. Se por um lado é sinônimo de realização, desafio e poder, não se deve esquecer que também pode significar tormento, angústia, pura sobrevivência.

É ignorância pensar que num país no qual cerca de 30% da população tem renda mensal de um salário e meio todas as pessoas exercem seus serviços a fim de obter realização e que em empresas nas quais a busca pelo lucro é objetivo único os funcionários têm plena qualidade de ambiente, tanto em condições físicas quanto psíquicas. Ações baseadas no endomarketing e na teoria de Dejours poderiam mudar o significado do trabalho para essas pessoas, de forma que percebessem aspectos positivos de suas ocupações e que pudessem exercê-las mais assertivamente.

“Trabalho, Logo Existo”
Essa frase serve perfeitamente à concepção de vitalidade exclusiva por meio do trabalho. As pessoas inseridas nesse raciocínio pensam o trabalho como única forma de exercer sua individualidade e acabam por nunca estarem satisfeitas no ambiente de trabalho de maneira completa. O trabalho não pode ser a única esfera de nossas vidas, pois o afeto e a socialização é uma necessidade inata ao ser humano, ainda que nos proporcione a construção da nossa identidade. Uma das facetas mais atuais do trabalho é o de provedor do exercício da liberdade, principalmente no que tange às mulheres e ao avanço do grupo feminino em direção à notoriedade no mercado de trabalho e à influência na sociedade. A conquista do emprego permitiu às mulheres independência econômica e força para obter o divórcio e cuidar de seus lares, tem permitido que atuem de forma nunca antes percebida.

Leia mais…

VOCÊ LEMBRA DAS SUAS TAREFAS IMPORTANTES?

05/05/2010

Veja se você está perdido entre as interrupções improdutivas.

Por Christian Barbosa

Lembrete Para TarefasPara não nos perdemos na correria diária – entre trabalho, casa, faculdade, lazer – precisamos criar um meio de organizar os nossos afazeres. Mais que isso, é preciso que cada um descubra seu jeito de não esquecer as inúmeras tarefas programadas ou que surjam no decorrer do dia. Para tanto, devemos nos conscientizar que inúmeros recados e bilhetes não ajudam  na organização de um planejamento, ao contrário, pode atrapalhar ainda mais no cumprimento dessas atividades.

Dessa forma, costumo defender que devemos ter um dia priorizado com tudo que precisamos cumprir, mas sempre deixando espaço para nossa própria espontaneidade. Isso necessita ser feito através de tarefas, em uma ferramenta pessoal de planejamento.   Todas as ferramentas de tecnologia, como Lotus Notes, Microsoft Outlook ou Neotriad (software de planejamento pessoal e gestão de equipes)  permitem criar essas tarefas que lembram o que fazer ao longo do dia. Mas poucas pessoas sabem usar bem o recurso de tarefa desses softwares. A pergunta mais comum é: como colocar lembretes em tarefas da mesma forma que colocam em compromissos?

Para isso, é preciso primeiro entender que o seu dia é uma tríade, ou seja, composto por três tipos de atividades: reuniões (compromissos com hora marcada), informações (suas anotações/conhecimento) e tarefas (atividades que tem um dia para serem executadas, sem um horário definido de início ou término). A semana dos profissionais é, em sua grande maioria, composta por tarefas e não por compromissos – com exceção dos profissionais de vendas, que estão sempre em visita a clientes. Com isso, as pessoas são acostumadas a marcarem seus compromissos e deixarem suas demais atividades de lado.

Quando focamos na gestão do dia com tarefas, ficamos perdidos, os afazeres se acumulam, atrasam e é comum a equipe se perder. Por isso, todo mundo pergunta se não é possível ter um lembrete para as tarefas, como existem para os compromissos. Esse é o uso errado das tarefas. Se você não estpa em uma tarefa, seu foco está desvirtuado. Tarefas não precisam de lembretes, simplesmente porque elas guiam suas ações diárias, tudo que precisa ser feito é uma tarefa. Você deve, por exemplo, focar no e-mail do seu trabalho, ao invés de checar sempre sua correspondência pessoal.

Assim, concluímos que se você precisa de lembretes para tarefas, é porque está fazendo outras atividades fora de foco e não está seguindo a ordem do seu dia. Leia a matéria completa…


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