Archive for the ‘Parceiros’ Category

10 DICAS PARA O PRIMEIRO DIA NO ESTÁGIO

24/02/2011

A primeira impressão é a que fica. Não sabemos se isso é realmente verdade, mas quando se trata de um emprego, causar uma boa impressão no primeiro dia é essencial.

Por Blog Mais Estudo
10 dicas para o primeiro dia no estágioQuem vai começar no primeiro emprego ou estágio tem motivos para ficar nervoso e ansioso, o desconhecido sempre nos assusta. Mas é preciso se preparar para não cometer erros bobos. Por isso, separamos algumas dicas que podem ajudar a se dar bem nesse dia tão importante.

1. Seja espontâneo
Não adianta seguir as dicas se você forçar ser alguém que não é. Dá para entender e ter atitudes que irão agradar seus colegas de trabalho, sem precisar mudar seu jeito. O ideal é usar todas as dicas que estão aqui, mas adaptando tudo ao seu jeito de ser.

2. Não se atrase
Saia de casa mais cedo do que precisaria, não há nada pior que se atrasar logo no primeiro dia. Se chegar cedo demais, passe em alguma padaria, leia o jornal, tome um café. Assim como se atrasar, chegar cedo demais também pode pegar mal e até atrapalhar a rotina do seu chefe.

3. Decore as informações básicas
Alguns detalhes parecem apenas detalhes, mas são essenciais. Saber a localização da sua mesa, por exemplo, pode parecer bobagem, mas dependendo do tamanho da empresa você pode passar pela constrangedora situação de ter que pedir ajuda para encontrá-la. Para não ficar perguntando aos seus colegas de trabalho a mesma coisa toda hora e correr o risco de passar vergonha é bom decorar também: onde ficam os banheiros, a cozinha, a sala do chefe, e os outros locais relevantes; o número do seu ramal e das pessoas com quem irá trabalhar; as senhas e logins de internet; o nome e o cargo do chefe e dos seus colegas de trabalho, e aproveite para chamá-los pelo nome, pois isso demonstra segurança e envolvimento.

4. Seja discreto
É o primeiro dia, portanto mesmo que você seja uma pessoa extrovertida procure manter-se discreto e observe mais do que fala. Isso vale também para o modo de se vestir. Não exagere na simpatia, mas também tome cuidado com a timidez (que às vezes pode ser confundida com arrogância). Dê bom dia a todos e converse na medida do possível, mas mantenha sempre um meio termo, lembrando que o bom humor é um ótimo passaporte para que as pessoas gostem de você.

5. Não tenha medo de perguntar
Esse é o dia certo para tirar suas dúvidas. Anote tudo que achar necessário e preste muita atenção a tudo que te disserem. É muito chato fazer perguntas que já foram explicadas. Se não entender algo, questione mas pense antes para não perguntar algo óbvio. Procure não fazer críticas e nem oferecer sugestões, ainda é cedo para isso, mas na hora certa serão bem vindas.

6. Política da empresa
É bom já ir entendendo como as coisas funcionam no seu novo ambiente de trabalho. Procure ler bastante sobre a empresa para saber seus valores e a forma como eles lidam com os funcionários e clientes. Observe se o clima é mais formal ou informal. Por exemplo, se as pessoas se vestem de forma descontraída ou não. Se os horários de entrada e saída são muito rígidos ou não. Aproveite para observar o máximo que puder. E veja também o lado mais informal, onde os funcionários almoçam, se fazem uma pausa para o café, como funciona a comunicação na intranet, etc.

7. Esteja preparado para testes
Seu chefe pode resolver testar se o que você disse no currículo e na entrevista é mesmo verdade. Por isso, vá preparado para trabalhar de acordo com o que você propôs anteriormente. Podem pedir, por exemplo, para que você traduza um texto em inglês. É por isso que não vale a pena mentir nos processos seletivos, uma hora acabam descobrindo a verdade.

8. Entenda sua função
Saber em que projetos e atividades você está envolvido é importante, mas há algo mais essencial neste momento: saber quais as primeiras entregas que você terá que fazer, qual a próxima ação relacionada a cada uma delas, e quais os prazos – especialmente se você tiver que começar a correr imediatamente. Sabendo disso, você já pode preparar seu cronograma e organizar suas tarefas.

9. Não julgue antecipadamente
Muitas pessoas vão falar com você. Provavelmente você não irá com a cara de algumas, mas cuidado para não julgar mal. Não se empolgue demais com a empresa, achando que é o melhor lugar do mundo com as melhores pessoas do mundo, porque só a convivência vai mostrar como realmente é esse ambiente. E também não faça o contrário, não desanime se a primeira impressão for ruim, as coisas tendem a melhorar. E de forma alguma faça comentários sobre suas impressões logo de cara, você ainda não sabe em quem confiar, e alguns comentários podem parecer fofoca.

10. Cuidado na despedida
Bem ou mal, você irá sobreviver ao primeiro dia. Se os colegas o convidarem para um Happy Hour, e você quiser aceitar,  aceite, mas não se esqueça que, para eles, a sua avaliação ainda não terá acabado. Vá com calma, mas permita-se relaxar um pouco. Caso não queira não tenha vergonha de dizer não, vá para casa e permita-se relaxar, aproveitando rapidamente para repassar todas as informações que absorveu nesse dia.

 

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Comunique-se

10/12/2010


Saber falar e escutar é importante em qualquer relação pessoal, e na vida profissional não é diferente. Se comunicar eficientemente é fundamental para quem quer ter um bom desempenho no trabalho. E há algumas regras básicas para aprimorar sua comunicação. Confira.

Existe hora de falar…

Comunique-seNão enrole: quando for falar sobre alguma ideia, não precisa contar todo o processo que o levou a tal proposta. Concentre-se em explorar os benefícios que sua sugestão trará e vá direto às conclusões.

Seja claro: não adianta fazer um discurso brilhante se depois de uma hora ele será esquecido. Você deve assegurar que o ouvinte entendeu exatamente o que disse e gravou sua mensagem. Para isso, basta falar a língua dele. Adapte seu discurso à faixa etária, formação, interesses e expectativas do receptor. Evite termos difíceis de serem compreendidos, gírias, expressões vulgares, jargões ou expressões que o receptor não conhece.

… e também de escutar

Não prejulgue: espere até a ideia do outro ser completada para formar sua opinião a respeito.

Guarde a informação: e para gravá-la só tem um jeito: preste atenção. Se sua memória não for boa, anote ou peça por escrito. Além de ajudar a retomar a comunicação a partir dos pontos importantes, recordar o que foi conversado torna o trabalho eficiente.

Tenha interesse pelos outros: admitir que os outros também têm boas ideias é o primeiro passo para escutar o que têm a dizer.

Leia mais…

PROGRAMAS DE TRAINEE

28/10/2010


Por Rosângela Casseano*

Os programas de trainee são uma excelente oportunidade para preparar jovens recém-formados caracterizados como futuros potenciais, para posteriormente ocupar cargos técnicos e de comando dentro da organização, suprindo dessa forma a demanda das empresas por profissionais qualificados.

Hoje há programas de diversos tipos, para profissionais de todas as áreas. Cresce a cada ano o número de empresas interessadas em selecionar novos talentos e prepará-los para subir na hierarquia e assumir cargos de liderança.

Nos processos de seleção que são rigorosos e exigentes, buscam-se jovens com características como capacidade de trabalhar em equipe, liderança, iniciativa, dinamismo, empreendedorismo e criatividade.

O trainee é um funcionário contratado pela empresa e isso reforça o compromisso com os resultados.

Fique de olho nos prazos de seleção que se iniciam tradicionalmente a partir de setembro e boa sorte!

*Rosângela Casseano é Psicóloga, Hipnoterapeura, Master em PNL e Personal Coach
www.sucessoecarreira.com.br

VALE A PENA TRABALHAR EM EMPRESA JÚNIOR?

25/10/2010

Experiência na universidade pode ser muito importante para a formação profissional.

Vale a pena trabalhar em empresa júnior?Para quem não conhece, as empresas júnior são associações formadas exclusivamente por alunos do ensino superior e possuem fins educacionais. Essas empresas devem estar ligadas a pelo menos um curso da universidade, por exemplo, engenharia, administração ou comunicação. O objetivo é permitir que os alunos obtenham mais conhecimento na faculdade e ganhem experiência em sua área de trabalho, já que o gerenciamento da empresa fica por conta dos próprios estudantes, que são apenas orientados por um professor da área. E a atuação da empresa é para valer, os alunos prestam consultoria verídicas a qualquer tipo de empresa, normalmente micro e pequenas.

No entanto, durante a faculdade muitos jovens não chegam nem a saber de sua existência. Mas será que vale a pena conhecer? Nossa conclusão é que vale sim! Trabalhar na empresa júnior de uma universidade pode ser uma experiência muito importante para a formação profissional, veja porque:

Vantagens

  • O aluno realmente compreende o funcionamento e a atuação de uma companhia;
  • Assume cargos de gerência e direção, com visão e responsabilidades globais sobre a empresa;
  • Faz contato com micro e pequenos empresários o que permite aprender sobre como essas empresas se organizam na prática;
  • Adapta os conceitos aprendidos em sala de aula para aplicá-los na prática;
  • Desenvolve sua rede de contatos e o relacionamento com todos os interessados em potencial na empresa júnior;
  • Aprende a técnica da profissão a partir do desenvolvimento de projetos, da necessidade de realizar análises setoriais e de fazer planos de negócios;
  • Tem a oportunidade de se tornar empreendedor já que os universitários têm autonomia para gerir como se a empresa fosse deles, apenas com orientação dos professores;

Desvantagens
As vantagens, sem dúvida, superam as desvantagens. Afinal, ganhar experiência, confiança, aprender a se portar em uma empresa, e ainda dentro da própria universidade, é muito vantajoso para um estudante de qualquer área.
A única desvantagem que conseguimos citar é que na grande maioria das empresas júnior o estudante trabalha sem receber salário, e, em muitos casos, quando recebe o valor é apenas uma ajuda de custo.
Isso pode parecer bem ruim, mas levando em consideração os benefícios dessa experiência, acreditamos que, para quem pode, vale a pena sacrificar alguns meses de salário!

DESAFIOS DE SER PEQUENA, COMPETITIVA E ATRAENTE

08/10/2010

Pessoas: a diferença para as pequenas empresas

Por Adriana Gomes*

Quando se pensa no primeiro emprego, há quase unanimidade pela escolha das grandes empresas. Fácil de observar, pois os números são reveladores. Alguns processos para Programas de Trainees, dessas grandes empresas, desejáveis como sonho de uma carreira ascendente, repleta de realizações e conquistas, arrastam mais de 32.000 jovens, para se chegar a um número por volta de 20 contratados. As expectativas dos contratantes em ter os melhores de cada safra de formandos são altas e por parte dos candidatos, não passar nesses processos, corresponde a uma frustração maior do que a de não ser aprovado no vestibular.

Quando ingressam, entretanto, pode haver uma segunda frustração, pois apesar das perspectivas acenadas no início do processo, o que se vive no dia-a-dia não corresponde aos anseios de inovação, autonomia, agilidade e possibilidade de fazer algo diferente. Muitos acabam encastelados em subáreas de sub-departamentos, muito distante dos cenários de decisões estratégicas altamente impactantes nos resultados dos negócios.

Por tradição cultural o brasileiro entende que empresas multinacionais, são melhores que as nacionais, que empresas de grande porte darão mais garantias e estabilidade além do status social e familiar. Mesmo que o cenário empresarial nacional tenha evoluído e conquistado projeção internacional, ainda há uma supervalorização do que é de fora.

Aos que não conseguiram ingressar nessas fabulosas fábricas de futuros líderes e gestores, acaba sobrando obter emprego em outras organizações, menores, familiares e geralmente sem o status que ofereceriam as maiores e melhores para se trabalhar. Não há muitos incentivos, no período da graduação, para o empreendedorismo e a fala corrente é de que empreender no Brasil é tarefa difícil por conta das taxas tributárias, encargos sociais e trabalhistas. De fato, há muito pouco incentivo para o futuro empreendedor.

Ainda há enraizado no coletivo social que empreender é a falta de ter conseguido um lugar melhor para se estar. O empreendedor não é visto como agente de mudança na economia, mas quase como falha na obtenção de um lugar digno para se trabalhar. O brasileiro empreende motivado pelo desemprego, pela falta de reconhecimento na empresa onde trabalha ou pela baixa remuneração, não exatamente por ter algum projeto em que acredite e que planeje estrategicamente para iniciar suas atividades. É preciso mudar essa idéia. Peter Druker afirma que empreendedores são aqueles que aproveitam as oportunidades para criar as mudanças.

O momento é propício para isso. Há possibilidades de realizar negócios em praticamente todos os segmentos. É fato. A economia projeta possibilidades otimistas de crescimentos de até 6% ao ano. Bom sinal, porém, também um alerta.  Pode faltar mão-de-obra qualificada.

Há também, o mito de que não exitem políticas de financiamento ao empreendedorismo no Brasil, mas existem e, por vezes o dinheiro destinado sobra por falta de bons projetos. O SEBRAE oferece apoio à inovação e incentivo aos pequenos e micro-empresários através de diversos programas tais como: Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT), Clínicas Tecnológicas, Via Design, Projeto de Extensão Industrial Exportadora (PEIEX), Programa do Alimento Seguro (PAS) e Tecnologias Industriais Básicas (TIB), entre outros. (mais informações disponíveis no Blog Faça Diferente SEBRAE).

Os movimentos de terceirização e “Business Partner” favorecem o trabalho conjunto a grandes empresas. Desta forma há gravitação de inúmeras empresas parceiras e prestadoras de serviços de menor porte atuando como facilitadoras da realização dos serviços de grandes organizações. Mais uma chance para enxergar nas pequenas e médias empresas oportunidade para contribuir com o processo de inovação das grandes organizações e perspectivas de crescimento pessoal e profissional.

 

O desafio de atrair e reter pessoas
Como atrair e manter os profissionais nas pequenas e médias empresas? O que é preciso fazer para que a pequena empresa possa tornar suas características atrativas para os profissionais do mercado? Não há resposta simples, visto que esse também é um problema enfrentado pelas grandes organizações. Há várias questões envolvidas nesse cenário, porém as pequenas empresas podem ser mais ágeis e muito mais próximas de suas equipes, sendo assim conseguirão tirar algumas vantagens sabendo explorar aspectos relacionados à suas políticas e ações voltadas às pessoas como:

  • · Oferecimento de espaço para inovação e criatividade
  • · Desenvolvendo lideranças eficazes
  • · Utilização o “feedback” como ferramenta de gestão
  • · Investindo em programas de treinamento e desenvolvimento
  • · Atentando para a melhoria da qualidade de vida de seus colaboradores
  • · Explorando a proximidade do núcleo decisório
  • · Possibilitando oferecer conhecimento sistêmico do negócio.

 

Oferecendo espaço para inovação e criatividade
Escutando os dois lados empregadores e empregados, constata-se que: os empregadores desejam a energia e motivação dos jovens profissionais, mas não conseguem criar espaços minimamente facilitadores para que esses jovens consigam expressar seus talentos. Os profissionais dessa nova geração querem fazer. São muito mais imediatistas do que foram outras gerações. Buscam mais autonomia, querem ser ouvidos, reconhecidos rapidamente. Utilizam as tecnologias de comunicação com rapidez e propriedade, cresceram plugados. Não dá nem para recriminar, nasceram no tempo dos “fast foods”. Esse é o paradigma pelo qual enxergam o mundo. O choque com a rigidez de algumas organizações chega a ser esmagador e a frustração é inevitável. Muitas vezes a empresa perde excelentes talentos, por não estar preparada para lidar com o novo, com o diferente. O discurso é de modernidade, mas as ações são convencionais. O ritmo das empresas é outro, um pouco mais lento. Não funciona como uma partida de vídeo-game. Há processos, muitas variáveis envolvidas para a tomada de algumas decisões, principalmente as mais estratégicas, há clientes, fornecedores e dinheiro envolvidos nos processos. Resultado financeiro é a meta a ser atingida. Não dá para descartar o lastro da história para reinventar-se em uma semana, mas também não colocar-se disposto a perceber o novo é grande miopia. Pesquisas revelam que, contrariamente ao que se pensa, salário não é o fator mais determinante para a retenção de talentos. Quais condições poderiam ser oferecidas para que novas idéias possam ser aproveitas nas organizações? Criação de fóruns internos, competição entre grupos para novas idéias, salas para “brainstorm”, enfim, já há exemplos de que esse tipo de ação provoca bons resultados.

 

Lideranças eficazes
O grande desafio está nas mãos dos gestores diretos desses talentos, aqueles que os acompanharão no seu dia-a-dia. Ele deve conectar-se a esses profissionais, identificando suas aspirações, necessidades, dificuldades e interesses. Essa interação contínua contribui para a criação de  clima favorável e satisfatório que propicia o crescimento, através da contribuição de idéias, para que arrisquem em  projetos menores, na tentativa de promover inicialmente pequenas mudanças que possam ser valorizadas.

A comunicação transparente, os objetivos e metas claramente estabelecidos, o convite para participação de eventos e a valorização do potencial, enriquecem essa relação. Para que isso aconteça o gestor deve estar aberto ao novo, para rever seus paradigmas, descentralizar, delegar e acompanhar.  Se o gestor não estiver preparado para lidar com o novo e com as características de individualidade da sua equipe, certamente desperdiçará bons profissionais, que buscarão reconhecimento e espaço em outras organizações, que acenam essa possibilidade.

 

“Feedback”
Ferramenta fundamental para gestão, porém ainda pouco utilizada apropriadamente, principalmente em empresas de pequeno e médio. Os gestores das empresas brasileiras ainda estão despreparados para dar “feedback”  aos funcionários. Trata-se de uma ferramenta que quando bem aplicada, com técnica e conhecimento fortalece o relacionamento, bem como o desenvolvimento de competências e conseqüentemente a motivação para assumir novos desafios. Favorecer reflexões sobre desempenho, incentiva o auto-aprendizado, estimula a análise de situações, permite a percepção dos pontos fortes e das oportunidades de melhorias no desempenho. A ferramenta também auxilia na otimização da comunicação interna, facilita o relacionamento interpessoal e até o planejamento no dia-a-dia. Com “feedback” adequado as pessoas tendem a fazer as coisas que os livros sobre produtividade tentam ensinar.

 

Investimento em treinamento e desenvolvimento:
Uma das maneiras de atrair  e reter talentos é essa. Os profissionais percebem com essas ações que a empresa está acreditando que eles possam fazer mais e melhor. Educação custa caro, assim, promover programas contínuos de desenvolvimento acaba sendo percebido como grande valor e uma forma de reter e também motivar os profissionais da empresa. Identificar os objetivos de carreira do profissional ajuda a alinhar treinamentos que sejam do interesse do profissional e principalmente que atendam as necessidades da empresa. O que acontece com freqüência, entretanto, é a realização de cursos que não estão alinhados nem com os objetivos do negócio e nem com os planos de carreira do colaborador. A pequena empresa deve estar atenta para isso, visando obter os melhores resultados, em curto e médio prazo, desses investimentos.

 

Qualidade de Vida
Outro aspecto altamente desejado pelos profissionais é melhoria na percepção de qualidade de vida. O conceito é amplo e está relacionado à “sensação de bem-estar do indivíduo”, ou seja, é proporcionada pela satisfação de condições tanto objetivas (renda, emprego, objetos possuídos, qualidade de habitação) como também as condições subjetivas (segurança, privacidade, reconhecimento, afeto), segundo Wilheim e Deak (apud Cardoso, 1999:77). Por serem menores, as pequenas e médias empresas podem tirar grande proveito desse conceito e da percepção de valor agregado que isso representa aos seus colaboradores e assim, trabalhar esses aspéctos como diferenciais para a atração e retenção de talentos, flexibilizando horários por exemplo.

 

Proximidade do núcleo decisório
Esse é outro aspécto valorativo que pode ser percebido nas pequenas e médias organizações. O executivo principal não é uma entidade inacessível, ele pode e deve estar próximo dos colaboradores, exercendo o papel de Líder-Coach, motivando e incentivado suas equipes. É fundamental aproximar a visão de negócio dos membros da sua equipe, ser uma pessoa acessível  que  estimule os liderados à proximidade, facilitando a criação de laços e relacionamentos que gerem confiança e respeito. Estar presente e próximo promove o sentimento de pertencer a algo maior, a percepção de ser importante, valorizado e reconhecido como elemento intrínseco dos resultados da empresa. Essa também é a vantagem da pequena empresa, que pode e deve ser explorada.

A possibilidade de adquirir o conhecimento sistêmico dos negócios
Essa é sem dúvida outra grande vantagem frente as  grandes organizações. Transitar em várias áreas possibilita aprendizado mais rápido e generalista dos diversos segmentos da empresa, que vão muito além da área de formação dos profissionais. Estimula também o desenvolvimento de competências tais como a iniciativa e a pró-atividade, o relacionamento interpessoal, cominucação em diversos níveis, a agilidade para propor soluções alternativas. Isto constitue  vantagem para os profissionais, pois a visão de negócio se amplia enormemente e nem sempre é explorado como diferencial nas contratações.

Há, portanto, vários caminhos a serem percorridos para que a pequena  empresa seja atraente e desejada pelos profissionais do mercado. Os caminhos sugeridos, indicam que investir nas pessoas é o que pode fazer a grande difença pois, somente desenvolvendo e estimulando pessoas é que será possível assegurar os resultados organizacionais e o aumento da competitividade.

 

Referência bibliográfica /

Cardoso, W. L. C. D. (1999). Qualidade de vida e trabalho: Uma articulação possível. Em L. A. M. Guimarães & S. Grubits (Orgs.), Saúde Mental e Trabalho (pp. 89-116). São Paulo: Casa do Psicólogo.

Chiavenatto, I. Gestão de Pessoas: o novo papel de recursos humanos nas organizações. Ed. Campus, Rio de Janeiro, 1999

http://www.facadiferente.sebrae.com.br/2010/03/09/onde-buscar-apoio-para-inovar

(*) Adriana Gomes: Mestre em Psicologia, autora do livro Mudança de Carreira e Transformação da Identidade_ LCTE, Coordenadora Acadêmica da área de  Pessoas da Pós-graduação da ESPM, Diretora do site WWW.vidaecarreira.com.br TWITTER: @vidaecarreira

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL: CURSOS TÉCNICOS E TECNOLÓGICOS

07/10/2010


Por Roberta Castro

Já falamos algumas vezes no blog sobre a carência de mão-de-obra qualificada no Brasil. São milhares de vagas, mas muitas delas não são preenchidas por falta de profissionais com o perfil desejado pelas empresas. Hoje vou falar sobre formas de capacitação profissional além dos cursos tradicionais de graduação.

Os cursos profissionais, principalmente os técnicos e os tecnológicos, são boas alternativas para quem necessita de uma inserção rápida e qualificada no mercado de trabalho, já que a formação nesses cursos pode durar até três anos, enquanto um bacharelado, por exemplo, pode chegar a cinco anos. Para se ter uma ideia do “apagão da mão-de-obra qualificada” pelo o qual o país está passando, para tentar suprir futuramente essa demanda, o governo federal inaugurou cem novas escolas técnicas em 2009, de acordo com o Ministério da Educação (MEC).

As oportunidades são boas e as vagas estão sobrando. Mas quais as diferenças entre os cursos técnicos e tecnológicos? Quem pode cursá-los?

Os cursos técnicos são programas de nível médio que buscam capacitar o aluno, oferecendo conhecimentos teóricos e práticos em diversas áreas do setor produtivo. Esses cursos proporcionam a entrada imediata do candidato no mercado de trabalho e ainda permitem uma requalificação profissional. Embora possam ser cursados junto com o ensino médio ou após a sua conclusão, os cursos técnicos estão abertos aos candidatos que já concluíram o ensino fundamental.

Já os cursos tecnológicos são cursos de graduação, que duram entre dois e três anos e desenvolvem competências profissionais mais específicas que um bacharelado, por estarem mais focados nas demandas do mercado de trabalho. Por serem superiores, os tecnológicos são abertos  àqueles que concluíram o ensino médio ou equivalente e que tenham sido classificados em um processo de seleção.

Os cursos de tecnologia são mais voltados para aquelas pessoas que já sabem exatamente o que querem no mercado de trabalho. Uma pessoa que se interessa por indústria alimentícia, por exemplo, não precisa concluir um bacharelado em Engenharia de Alimentos, que é uma graduação ampla. Ela pode optar por um curso superior em Tecnologia em Alimentos e, assim, obter uma formação mais rápida e específica.

Os cursos tecnológicos apresentam outra qualidade interessante: eles estão, na maioria das vezes, vinculados à economia regional. Há exemplos de instituições de ensino que desenvolvem cursos para atender a demanda por profissionais em suas cidades. É o caso das cidades paulistanas do ABC Paulista, que têm o foco na tecnologia automobilística, e de Franca, também do Estado de São Paulo, que é focada na produção de calçados.

Pesquisa realizada pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo Instituto Votorantim mostrou que o setor automobilístico é o que mais possui profissionais com formação técnica ou tecnológica, com 45, 71%, seguido pelo setor de finanças (38,17%) e pelo de petróleo e gás (37,34%). O mesmo estudo comprovou que ainda há pouca inserção de candidatos aos cursos profissionais: apenas 19,72%.

Opções de cursos
De acordo com o MEC, há 112 graduações organizadas em 13 eixos tecnológicos e 185 opções de cursos técnicos, dividos em 12 eixos.

Conheça os catálogos do MEC de cursos técnicos e tecnológicos:
Catálogo de cursos técnicos
Catálogo de cursos tecnológicos

Fonte: http://www.euprofissional.com.br

NOVA ENTREVISTA DE EMPREGO: COMO SE SAIR BEM

22/09/2010


Por Roberta Castro

Passando o olho novamente na revista Você S/A do mês de junho deste ano, me chamou a atenção uma questão atual e muito importante para quem está passando ou que ainda vai passar por um processo seletivo: “A nova entrevista de trabalho”. Vale a pena compartilharmos as principais dicas trazidas pela reportagem.

Atualmente, os recrutadores estão mais interessados em saber como o candidato se comporta no ambiente de trabalho e, sobretudo, fora dele, do que apenas conhecer o seu currículo e as suas experiências profissionais. A ideia é saber o quanto o perfil do candidato está alinhado à cultura da empresa. Assim, com a finalidade de contratar um profissional que permaneça o maior tempo possível neste emprego, o processo seletivo ganhou novas etapas e ficou mais longo e rigoroso. Além disso, com uma seleção mais criteriosa, as empresas evitam um novo gasto com uma nova contratação, desgastes na equipe ou até mesmo atraso no cronograma empresarial.

Mas para conhecer estas informações muito pessoais, os profissionais de RH estão deixando de lado perguntas mais do que manjadas – como, por exemplo, “por que você quer este trabalho?” ou ainda “fale-me sobre os seus principais pontos fortes e fracos”, e mergulhando em questões pessoais que podem levar a um perfil de personalidade, de caráter e de comportamento. Nesta busca pela descoberta das competências pessoais e seus respectivos valores, as perguntas nas entrevistas de trabalho ganharam uma nova roupagem e novos objetivos, virando uma verdadeira prova de fogo. Neste contexto, informações sobre história de vida, visão de mundo, crenças e desejos passaram a ser relevantes.

Veja a seguir alguns exemplos citados na reportagem de perguntas que têm sido feitas e o que elas realmente querem dizer:

Se você tivesse morrido, o que seria escrito na sua lápide?
O objetivo da pergunta é fazer com que o candidato se descreva como pessoa fora do contexto profissional. Outras empresas ainda optam pela manjada: “Quem é você?”.

Se tivesse um milhão de reais, que empresa você abriria?
A pergunta testa o grau de identificação do candidato com o ramo de atividade da companhia que está contratando.

De que forma você busca autoconhecimento?
Em vez de perguntar se a pessoa busca autoconhecimento, a questão pede uma resposta que contenha exemplos e, assim, desmascarar os que não fazem isso.

O que seus pais pensam sobre suas aspirações?
A pergunta avalia autoconfiança e o tipo de postura que o candidato foi incentivado a ter ao longo da vida. Pessoas que receberam apoio dos pais e são incentivadas tendem a ser mais empreendedoras e independentes.

Numa escala de 1 a 10, que grau de controle você tem sobre o seu destino?
A questão testa a iniciativa do candidato, a capacidade de assumir responsabilidade por suas decisões e escolhas e sobre o que espera realizar em sua vida.

Profissionalmente, quais são as três coisas que você mais se envergonha de ter feito?
O objetivo é checar o senso de autocrítica e a resistência da pessoa a frustrações.

Seu superior será promovido. Você quer a vaga dele. O que vai fazer para conseguir isso?
A resposta do candidato vai permitir avaliar caráter, ambição e vontade de crescer. É uma forma de conhecer o seu tipo de personalidade.

Você já precisou abrir mão de alguma coisa na sua vida em nome de outra?
Aqui, a partir da história contada pelo candidato, os entrevistadores vão avaliar o que ele realmente valoriza e prioriza e o quanto está disposto a ceder para agarrar a oportunidade da vaga.

Por que escolheu esta empresa e não a concorrente?
O interessado vai ter de demonstrar conhecimento sobre a cultura da companhia para a qual está se candidatando. A ética do candidato é analisada, já que se observa se ele vai falar mal do concorrente.

Quais são as suas perguntas?
Os recrutadores esperam que o candidato faça perguntas. Além de demonstrar interesse em conhecer a empresa, quem pleiteia o posto mostra curiosidade e vontade de aprender.

E você? Passou por alguma experiência deste tipo em uma entrevista de emprego? Que tal compartilhá-la por aqui e, também, no Blog Eu Profissional?

Fonte: http://www.euprofissional.com.br

COMO ME TORNEI CONSULTOR

25/08/2010

O famoso Guru da Administração Peter Drucker disse: “Prevê-se que dentro dos próximos 25 anos a maioria das pessoas que trabalham hoje ainda estará trabalhando. Talvez não em tempo integral ou como empregados em uma companhia, mas como temporários ou em tempo parcial. Ainda assim estarão trabalhando, até os 70 anos”.


Por Leandro Correa Martins

Fonte:Blog Sua Carreira

O emprego como conhecemos está com os dias contados… Quer dizer que os empregos irão acabar?

No conceito do que hoje chamamos de emprego sim, mas calma, deixe-me explicar, no mundo de hoje, com a famosa globalização, vivemos um modelo bastante distinto do conhecido no passado, onde as empresas e os profissionais permaneciam juntos por longos anos. O famoso Guru da Administração Peter Drucker disse: “Prevê-se que dentro dos próximos 25 anos a maioria das pessoas que trabalham hoje ainda estará trabalhando. Talvez não em tempo integral ou como empregados em uma companhia, mas como temporários ou em tempo parcial. Ainda assim estarão trabalhando, até os 70 anos”.

O trabalho não vai acabar, felizmente, o que está havendo é uma mudança na forma de contratação de profissionais ou colaboradores (gosto muito de usar este termo, afinal, todos somos colaboradores, independente da forma de contratação) no formato que conhecemos.

O emprego formal com carteira assinada, apesar de ter crescido durante o governo Lula, não é a única forma de trabalho a ser considerada, pois ainda tem muita gente desempregada buscando empregar-se no formato CLT (carteira assinada), existem também aqueles que já identificaram a nova tendência, e estão partindo para a forma de trabalho PJ (Pessoa Jurídica). Porém, para ambas as formas de trabalho, não existe mais “o emprego pra vida toda”, portanto, temos que estar preparados para atender as demandas com maior rapidez e competência.

Contei essa história porque era necessário citar de onde parti para chegar aonde estou… vamos lá:

“Como você virou consultor?” Foi o questionamento de um amigo…

De bate pronto, confesso que não sabia explicar com profundidade, mas respondi que não virei e sim estou consultor, porque não somos o cargo que ocupamos e sim estamos nele, amanhã podemos estar em outro. Disse também que nunca tinha ficado desempregado, mas tomei a decisão de mudar de rumo quando percebi que estava acomodado e sem desafios num emprego CLT. A vida de consultor veio por paixão à área de RH e Tecnologia.

Depois disso, passei a refletir mais sobre o assunto, e estou aqui para contar um pouco sobre as competências que considero importantes para atuação como consultor, e que acredito, possam servir para qualquer profissional. São elas:

Competências Comportamentais

– Comunicação de Resultado: você transmite com clareza as informações para seu cliente?

Sua comunicação precisa ser clara e segura, caso contrário, dificilmente será de resultado e conseqüentemente irá gerar dúvidas, desconforto e desconfiança. Comunicar-se com resultado é ganhar a atenção de todos ao transmitir seu conhecimento para um projeto, uma negociação, etc. A comunicação para resultados é uma das competências mais importantes para qualquer profissional, especialmente um consultor. Portanto, é assim que sua comunicação deve ser com seus clientes internos e externos.

– Ouvir com Excelência: você ouve seu cliente?

Ouvir o cliente não pode ser realidade apenas no papel. Praticar a profissão de ouvinte é fundamental para entendermos cada vez mais as necessidades de nossos clientes, afinal, temos dois ouvidos para serem usados com inteligência, o que nos ajuda a falar somente o necessário.

– Psicologia Apurada: você tem inteligência emocional?

Em qualquer situação de pressão e stress, nunca deixe a emoção tomar conta da razão, pare, respire, pense, conte até 100 (se necessário), assuma o controle da situação, com certeza quando os ânimos acalmarem a busca pela solução será mais eficiente.

– Relacionamento Pessoal Orientado a Resultados: você gosta das pessoas com quem trabalha?

Infelizmente, nem sempre, vamos lidar com pessoas que gostam de se relacionar com outras pessoas. Ainda assim, precisamos atuar de forma profissional com todos ao nosso redor. Mas isso não significa que porque gosto de determinadas pessoas, que vamos agir no ambiente profissional como se estivéssemos em uma roda de amigos, vale lembrar que em um projeto existem prazos definidos para as coisas acontecerem, e deixar para lá uma atividade, mesmo que básica, pode comprometer os resultados finais e isso ocasionará grande frustração, portanto, não deixe o bom relacionamento atrapalhar o comprometimento com as suas atividades e as do cliente. Isso me fez lembrar o nome de um livro incrível “Faça o que tem que ser feito” e acrescento, faça você, porque senão alguém fará no seu lugar e sua credibilidade poderá ser afetada por algo que você tinha o controle e acabou deixando de fazer. Para terminar este tópico, acrescento a frase de um headhunter (caçador de talentos) com quem tive o privilégio de trabalhar e que usa o seguinte slogan na sua consultoria “Saber Fazer não é mais suficiente. É preciso Saber Ser!”. Portanto, saibamos ser pessoas e profissionais melhores a cada dia.

– Trabalho em Equipe com Humildade: você já trabalhou com profissionais que se consideram “estrelas”?

É muito bom e de valor incalculável trabalhar com pessoas que são referência naquilo que fazem, desde que a pessoa não deixe seu “estrelismo” falar mais alto que seu respeito pela equipe. Faça sua parte, seja humilde e ajude aqueles que solicitarem sua ajuda, só assim o verdadeiro espírito de equipe irá surgir e sem dúvida alguma, todos ganharão com isso.

Competências Técnicas

– Conhecimento do Negócio: você conhece bem os processos de negócio do seu cliente?

É fundamental que um consultor conheça bem os processos de negócio com os quais irá trabalhar, porque ser um bom técnico é importante, mas sem dúvida alguma, conhecer o processo é tanto quanto, pois sem uma boa análise dos problemas e propostas de solução, fica inviável implantar qualquer que seja a melhoria, no meu caso, sistêmica.

– Conhecimento Técnico: você tem o conhecimento técnico necessário para desenvolver as soluções propostas?

Ter o conhecimento técnico necessário para atender as demandas do cliente é imprescindível, pois apontar problemas e sugestões de melhoria, “todo mundo faz”, mas colocar a mão na massa e construir uma solução, mesmo que simples, “nem todo mundo”.

Tudo isso basta? Não. Porque aceitar diversos projetos em empresas não só de segmentos diferentes, mas principalmente, de culturas diferentes, requer motivação diária, jogo de cintura e muita dedicação e comprometimento.

Para terminar quero citar outra frase do Guru Peter Drucker que diz:

”Nunca tivemos tantas opções para decidir nosso destino. Nenhuma escolha será boa, porém, se não soubermos quem somos”.

– Agora eu pergunto: Você está preparado?

Leandro Correa Martins
*Formado em Administração de Empresas pela Uni Sant’Anna em São Paulo. Atualmente Consultor de processos e sistemas pela Senior Sistemas. Atuou na Simon Franco Recursos Humanos – Consultoria de Recursos Humanos especializada na seleção de executivos para médias e grandes empresas, onde foi responsável pelo fluxo de processos e sistemas internos e pelo banco de currículos. No BankBoston atuou na área de recursos humanos como estagiário, onde fez job rotation, em todos os segmentos de RH. Administrador do Blog Sua Carreira e Idealizador dos grupos virtuais Profissional do Futuro e Sua Carreira no Yahoo! Grupos.


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