Posts Tagged ‘call center’

PROFISSIONAL OPERADOR DE CALL CENTER

17/02/2011

Marcio Moreira, gerente de atendimento do site Empregos.com.br, fala sobre o perfil do teleatendente e dá dicas para se destacar na área.

Por Rômulo Martins

Profissão Operador de Call CenterMais de 1,2 milhão de pessoas trabalham como operadores de call center no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT). E a previsão para 2011 é que as empresas de call center registrem um crescimento de 10% em geração de empregos, oferecendo aproximadamente 120 mil novos postos de trabalho.

O mercado está favorável e as chances de crescimento profissional na área são certas. Para se destacar, porém, é preciso ser um operador diferenciado que, além de não perder o foco em resultados, tenha boas relações com os seus clientes e sua equipe de trabalho.

Para a maioria das oportunidades basta ter 18 anos, ensino médio completo e conhecimentos básicos de informática. Muitas empresas não exigem experiência e realizam treinamento para preparar o profissional no contato com o cliente.

Em entrevista ao site Empregos.com.br, Marcio Moreira, gerente de atendimento da empresa, fala sobre o perfil do teleatendente que as organizações buscam, salário e dá dicas de como crescer profissionalmente no ramo. Assista:

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PROFISSÃO – ESCALADA NOS CALL CENTERS

21/01/2011

Com crescimento de 10% ao ano, setor é um filão para jovens que desejam expandir a carreira.

Por Rômulo Martins

Escalada nos call centersSandra Ribeiro, 28, ingressou na equipe de atendimento de um call center em 2004. Hoje é responsável pelo treinamento dos coordenadores de operação. Casos parecidos com o de Sandra não são raros no setor de telesserviços, que faturou R$ 6,5 bilhões em 2010, crescimento de 10%, e estima superar R$ 7 bilhões este ano, segundo a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT).

O setor, que é considerado o principal bilhete de acesso dos jovens ao mercado de trabalho, – maior parte dos teleatendentes tem entre 18 e 24 anos – é também um filão para aqueles que desejam fazer carreira. As oportunidades estão tanto na área de atendimento (supervisão, coordenação, gerência) como em outros setores da empresa (marketing, recursos humanos, tecnologia da informação etc).

“A busca de crescimento vai depender de o profissional ser um diferencial na empresa. É preciso se dedicar, ter iniciativa, inovar no dia a dia”, aponta Marcio Moreira, gerente de atendimento do site Empregos.com.br. Outra competência essencial ao jovem que deseja ser promovido, observa Moreira, é o bom relacionamento interpessoal.

Antonio Cláudio Tozzo, superintendente de Desenvolvimento Profissional da DEDIC GPTI, destaca a importância de estar antenado nas tendências do setor, da formação e do aprimoramento constante e da participação nas melhorias dos processos nos call centers.

“Atualmente os processos seletivos estão mais aprofundados e profissionalizados. De modo que um currículo diferenciado, uma boa apresentação nas entrevistas, além de referências de outras empresas e de ex-chefes são fatores que fazem diferença no momento de avaliar o profissional”, ressalta o superintendente. Leia mais…

CALL CENTER: É POSSÍVEL FAZER CARREIRA NO SETOR?

22/12/2009

Pesquisas revelam o quanto o setor de Call Center tem se expandido ao longo dos últimos 10 anos.

Por Stan Braz*

No ano 2000, somente 10% da população brasileira possuía uma linha telefônica, mesmo depois do setor de telecomunicações ter sido privatizado dois anos antes. Esse quadro evoluiu rapidamente e, com a consolidação da internet, telefonia celular, ampliação de ofertas de crédito a pessoas físicas, dentre outros fatores sociais e econômicos, as empresas perceberam diversas mudanças no comportamento dos consumidores e tiveram que se reestruturar para atender a crescente necessidade de se relacionarem mais e melhor com seus clientes. O setor de Call Center entendeu a mensagem e passou a investir em tecnologia, mão de obra e soluções integradas a fim de estreitar o contato entre as companhias e consumidores.

A cada nova pesquisa, os números revelam o quanto o setor de Call Center tem se expandido ao longo dos últimos 10 anos. Em 2009, apenas o estado de São Paulo deve ampliar seu faturamento em 6% sobre os R$ 4 bilhões totalizados no ano passado. Com isso, muito se comenta sobre o segmento, mas é preciso que ele seja conhecido a fundo. A começar por sua importância no quesito empregabilidade. Está cada vez mais ultrapassada a ideia de que as oportunidades de trabalho na área são temporárias.

O operador de Call Center tem grandes chances de fazer carreira no setor, tudo depende, primeiramente, de suas habilidades e desempenho no trabalho. Leia mais…

O OPERADOR DE CALL CENTER É O OPERÁRIO MODERNO

24/09/2009

callcenter

Diretor-presidente do Sintelmark, Stan Braz diz que setor absorve atividade do governo, por isso ‘não faz o que deve’

Por Rômulo Martins

O setor de telesserviços é o que mais emprega com carteira assinada no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), começou o ano com 850 mil empregos diretos. Em meio à crise econômica mundial, obteve lucro de R$ 5,5 bilhões em 2008, mantendo seu ritmo de crescimento de 10% ao ano.

A escalada dos call centers, as centrais de atendimento, pode ser explicada pelo aumento do consumo de produtos e serviços por parte das classes C e D, elucida Stan Braz, diretor-presidente executivo do Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos (Sintelmark).

Ao mesmo tempo, o Decreto nº 6.253 em vigor desde dezembro do ano passado, conhecido como Lei do SAC, obrigou as empresas a contratarem mais. Além disso, o período de recessão mundial serviu para mostrar que não importa o quão crucial seja a situação no mercado: para o setor de telesserviços não há tempo ruim. Isso porque no auge da crise econômica a área de cobrança dos call centers teve sua demanda elevada.

O crescimento dos call centers vem confirmar o que já se notava sobre o comportamento das organizações. Cada vez mais, as empresas buscam estreitar o relacionamento com os clientes para elaborar ações estratégicas e garantir a fidelização. “Há pessoas que leem o manual quando vão usar o produto e há pessoas que ligam para o call center para entender como funciona o produto. Garanto: a maioria não lê o manual”, diz Stan Braz.

Mas nem tudo são flores no setor de telesserviços. Apesar da expansão e da aplicação de ferramentas tecnológicas que contribuem para a eficácia do atendimento, …veja mais…


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