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MUDANDO O CURSO DE SUA CARREIRA – VOCÊ TEM UM MAPA?

22/03/2010

É bem provável que você já pensou em mudar de profissão, todavia, não é uma tarefa tão simples e fácil.

Por Gutemberg de Macedo

O nível de insatisfação das pessoas nas organizações tem crescido assustadoramente nos últimos anos. Ela tem sido responsável por inúmeros males físicos, mentais, psicoemocionais, espirituais, profissionais, organizacionais e familiares. A sensação que se tem ao contemplá-los, homens e organizações, é a de um organismo extremamente fragilizado e doente.

Eu, particularmente, tenho aconselhado centenas de executivos e executivas que se mostram cansados, estressados, frustrados com a vida corporativa, pelas mais diferentes razões, apesar das conquistas obtidas ao longo da carreira. Estagnação profissional e falta de perspectiva de crescimento a novas posições, a curto e médio prazos; discrepância entre o discurso da alta administração e a sua prática no dia-a-dia dos negócios; exaustiva carga de trabalho que não deixa nenhum espaço para o cultivo de outras atividades de natureza pessoal e familiar; excesso de cobrança por resultados, a qualquer preço e no menor espaço de tempo possível; incompatibilidade entre a sua personalidade e o trabalho que desenvolvem; conflito filosófico, estratégico e de valores com superiores e pares; mudanças abruptas e radicais que os deixam confusos e inseguros. Desejam perseguir um novo sonho – negócio próprio e deixar um legado para a sociedade, ou mudar simplesmente para outra área funcional ou de negócios.

Sim, certamente, esses profissionais não estão sozinhos. É bem provável que você já pensou ou está pensando em mudar de carreira por um dos motivos acima mencionados. Todavia, mudar o curso de uma carreira não é uma tarefa tão simples e fácil de empreender como parece para muitos profissionais. Essa mudança requer trabalho duro, é extremamente arriscada e não há nenhuma garantia de que você obterá sucesso. Portanto, é de fundamental importância que ao desejar fazê-la, faça-a com sabedoria, paciência e consciência, principalmente sobre os seus verdadeiros riscos. Leia a matéria completa aqui!

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A ESCOLHA DA PROFISSÃO

03/02/2010

“Antigamente publicitário era aquele que tinha largado o curso de jornalismo. Hoje, publicitário é o cara que largou o curso de publicidade.” (Eugênio Mohallem)

Por Tom Coelho

Uma análise do Censo de 2000 do IBGE feita pelo Observatório Universitário indicou a correlação entre a profissão exercida e o curso superior realizado pelos profissionais. Enquanto 70% dos dentistas, 75% dos médicos e 84% dos enfermeiros trabalham na mesma área em que se formaram, apenas 10% dos economistas e biólogos e 1% dos geógrafos segue o mesmo caminho.

Exame atento de outras profissões ainda nos indicará que apenas um em cada quatro publicitários, um em cada três engenheiros e um em cada dois administradores faz carreira a partir do título que escolheu e perseguiu.

É evidente que faltam vagas no mercado de trabalho. O emprego formal acabou. Se nas décadas de 1960 e 1970 o paradigma apontava como colocação dos sonhos um cargo no Banco do Brasil, na Petrobras ou em outra empresa pública; nos anos de 1980 experimentamos o boom das multinacionais e empresas de consultoria e auditoria, que recrutavam os universitários diretamente nos bancos escolares; e na década de 1990 o domínio de um segundo idioma, da microinformática e a posse de um MBA eram garantia plena de uma posição de destaque, nada disso se aplica hoje.

As grandes empresas têm diminuído o número de vagas disponíveis e são as pequenas companhias as provedoras do mercado de trabalho atual. Ainda assim, a oferta de trabalho é infinitamente inferior à demanda – e, paradoxalmente, muitas posições deixam de ser preenchidas devido à baixa qualificação dos candidatos.

Assim como todos os produtos e serviços concorrem pela preferência do consumidor, os profissionais também disputam as mesmas oportunidades. Engenheiros que gerenciam empresas, administradores que coordenam departamentos jurídicos, advogados que fazem estudos de viabilidade, economistas que se tornam gourmets. Uma autêntica dança das cadeiras que leva à insegurança os jovens em fase pré-vestibular. Leia o artigo completo…

PSICOLOGIA AJUDA, MAS INFORMAÇÃO É O QUE CONTA NA ESCOLHA DA PROFISSÃO

29/10/2009

OrientaçãoOrientador profissional, Leonardo Fraiman diz que é “natural” jovens se interessarem por mais de uma carreira.

Por Rômulo Martins

Não é fácil. A infinidade de profissões existentes, algumas muito parecidas e amarradas a outras, pode aumentar ainda mais a dúvida dos jovens na hora de escolher qual carreira seguir.

Se você está confuso, não se desespere, é natural. A psicologia pode ajudar, diz o psicoterapeuta e orientador profissional Leonardo Fraiman. “Existe uma série de técnicas de autoconhecimento que vão da psicoterapia à leitura de biografias – seja de profissionais ou personagens históricos com enredos de vida a serem identificados”, explica.

Escrever em um diário suas ideias e impressões sobre a vida, fazer meditação para aprender a se escutar ou buscar interlocutores – amigos, pais, professores, profissionais em geral – que o ajudem a se conhecer também são maneiras eficazes para chegar a uma resposta. Mas o que vale na hora de decidir o rumo profissional é a informação, destaca Fraiman. Leia mais…


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