Posts Tagged ‘inovação’

Livro – Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações

18/04/2011
Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações
Autor: Michael Happell
Editora: Integrare
Páginas: 224
Preço: R$39,90

Comprar livro
Para autor, desobedecer ou criar novas regras pode ser mais interessante do que se pensa, trazer resultados inesperados e muito positivos.

O hábito e a segurança são segundo especialistas as razões principais que mantém milhões de pessoas apegadas às mesmas opções e comportamentos por décadas. Pode ser o mesmo cardápio, os caminhos semelhantes, o mesmo estilo de música ou ainda, as rotinas idênticas em um casamento, entre outras questões.

“Mudar, tentar algo novo é um belo exercício para aumentar a autoconfiança e abandonar a chamada zona de conforto”. É o que afirma o palestrante internacional Michael Heppell, em seu livro, best-seller na Inglaterra, Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações.

Leia mais…

Anúncios

TECNOLOGIA – AS DUAS FACES DA INOVAÇÃO

25/09/2009

tech-people

Ela tornou os processos ágeis e encurtou distâncias; por outro lado, passou a exigir respostas em tempo real

Por Amanda Jacomelli

Como se sabe a tecnologia mudou a vida e o comportamento das pessoas em diversos setores, seja no campo profissional, seja no pessoal. Hoje, utilizar a internet para fazer compras, enviar relatórios, localizar pessoas e empresas e até “namorar” é comum.

Nas organizações, todos os setores se modernizaram. Não poderia ser diferente no departamento de Recursos Humanos. Processos burocráticos que demandavam pilhas de papéis, tempo e atenção foram “compactados” em softwares ou hardwares, resultando em economia de tempo, dinheiro e espaço.

Dessa forma, a tecnologia, além de conferir praticidade e agilidade aos processos, permitiu que os profissionais de RH dedicassem mais tempo ao planejamento estratégico do negócio, como plano de carreira, retenção de talentos e treinamento e desenvolvimento do capital humano.

“Independentemente da tecnologia de ponta sob a qual a ferramenta foi desenvolvida, ela por si só não consegue abranger a magnitude das questões humanas. O fato é que a tecnologia nos auxilia no gerenciamento do negócio, permitindo que tenhamos mais tempo para trabalhar nas estratégias. De pouco ou nada valem grandes investimentos em gestão de pessoas e processos se o RH se mantiver operacional”, analisa a diretora de Recursos Humanos da Aon, Nancy Bartos.Veja mais…

PARA INOVAR É PRECISO SER UM BOM LÍDER

08/09/2009

lider

Por José Hernani Arrym Filho*

Quais perguntas devem ser feitas e consideradas como parte da permanente auto-avaliação de empresários e empreendedores que pretendem inovar?

Inovação é um termo para descrever como as organizações em geral (privadas, públicas ou do terceiro setor) criam valor desenvolvendo conhecimento novo, transformando o já existente, mas de modos diferentes. É freqüentemente usado para descrever o desenvolvimento de novos produtos/serviços ou processos calçados na tecnologia. No entanto, as organizações podem também de destacar com inovações em técnicas de gestão ou modelos de negócio.

James March, prêmio Nobel em 1991, utiliza a perspectiva da aprendizagem organizacional para distinguir as inovações que provém de conhecimento inédito e as que buscam novas maneiras de explorar o conhecimento já existente. Para ele, as empresas com foco em novos conhecimentos de destacam, pois atendem aos mercados existentes ou ultrapassam as expectativas criando novos nichos, produtos e serviços.

Podemos afirmar que as organizações que se tornaram líderes, e continuam mantendo-se assim, optaram pela excelência não apenas nas dimensões custo e qualidade, mas especialmente, pela excelência na Gestão da Inovação.

E o que não faltam são exemplos, dentro e fora do Brasil como a Cia. Athlética, Fiat, Google, InBev, Michelin, Microsoft, Nestlé, Odebrecht, Pirelli, Rigesa e Souza Cruz, dentre outras. Vale dizer que estas líderes, como poucos no universo empresarial, aprendem continuamente a definir estratégias vencedoras para pessoas, processos, ambiente e tecnologia, ou seja, as quatro dimensões da inovação.

Frente a isto, devemos nos preocupar com o que é exigido daqueles que estão (ou pretendem estar) à frente de organizações que optaram por uma estratégia de inovação, pois o perfil e desempenho que deles se espera é, no mínimo, “especial”. Além disto, não devemos nos esquecer que há muito estamos em tempos marcados por fortíssima turbulência e por mudanças radicais em alta velocidade, e assim continuaremos.

Na medida em que os desafios da inovação aumentam de tamanho e tornam-se cada vez mais singulares, algumas importantes perguntas devem ser feitas e consideradas como parte da permanente auto-avaliação de empresários e empreendedores bem como daqueles profissionais em posições de liderança:

  • Tenho uma visão clara dos objetivos que minha empresa quer atingir por meio da inovação?
  • Estou pronto e apto (conceitualmente) para esta empreitada e sei como ajudar minha empresa a chegar lá?
  • Sei como lidar com a incerteza?
  • Sou tolerante ao estresse e tenho o vigor e a disposição necessários para atingir os referidos objetivos?
  • Sei o que devo fazer para ampliar minha capacidade de aprendizagem permanente?
  • Sou tolerante ao risco (inclui o aprendizado decorrente de erros) e sei fomentar isto em minha equipe?
  • Sei o que é ser flexível e fomento isto em minha equipe?
  • Sei o que é ser inovador e sei como fomentar o espírito inovador em minha equipe?
  • Sei como lidar com a diversidade? Sei como construir uma equipe cuja marca seja esta?
  • Sou um “agente de mudanças”? Sei como desenvolver criar gerentes especialistas que também sejam verdadeiros agentes de mudanças? Sei como criar agentes de mudanças na “base da pirâmide”?

Gestores interessados e saber mais sobre os processos de inovação e como aplicá-los podem contar também com literaturas sobre o tema: “Gestão da Inovação”, de J. Tidd, J. Bessant e K. Pavitt, Ed. Bookman e “Usina de Inovações”, de Valter Pieracciani, Ed. Canal Certo.

José Hernani Arrym Filho – empresário e sócio da Pieracciani ( www.pieracciani.com.br )

Sobre a Pieracciani  ( www.pieracciani.com.br )

Criada em 1992, a Pieracciani vem construindo um novo referencial na consultoria de gestão: A Consultoria Progressiva. Tornou-se líder dentre as consultorias do país na elaboração e implementação de programas integrados de gestão da inovação em organizações do setor público e privado. Suas metodologias têm foco na transformação dos clientes e são baseadas no planejamento e capacitação envolvendo pessoas, processos, ambiente e cultura das organizações. Seus projetos potencializam a inovação em diversas dimensões (produtos e serviços, processos, modelo de negócios e gestão). Com mais de 400 projetos executados, a empresa possui entre seus clientes as empresas mais inovadoras do País dentre as quais: AmBev, Nestlé, Petrobrá s, Pirelli, Tetrapak, Rigesa, Odebrecht e Avon.

Especialista em modelos inovadores de gestão e de competitividade, o sócio-diretor da consultoria, Valter Pieracciani, é criador de patentes e negócios inovadores como o IonBond do Brasil (tratamento de superfícies), Ecotex (produtos ecológicos para a indústria têxtil) e Canguru (cadeiras de alumínio). Engenheiro e administrador de empresas com pós-graduação em administração industrial pela Universidade de Roma, Pieracciani também é autor dos livros “Qualidade não é mito e dá certo” (atualmente em sua terceira edição) e do recém-lançado “Usina de inovações – Guia prático para transformação de sua empresa”, ambos publicados pela editora Canal Certo.

Desde 1998, a Pieracciani também representa no Brasil a norte-americana Pritchett Rummler-Brache, líder mundial na área de desempenho individual e das organizações, presente em 60 países e que tem como clientes 80% das 500 maiores empresas dos USA( Fortune).

EXISTE INOVAÇÃO SEM RISCO ?

30/06/2009

riscos e inovacaoPor Gisela Kassoy

Bons tempos aqueles! Praticamente o único receio de uma empresa era ser ultrapassada pela concorrência. Aquecimento global, exuberância irracional e pandemias eram conversas de especialistas, tidos como ávidos para estragar prazeres. Havia verba e estímulo para inovações e seus devidos testes, projetos piloto e possíveis erros.

O financiamento dos riscos faz parte do processo. Muitas organizações estimulavam o risco, já que mesmo depois de um determinado número de erros, uma das ideias que vingasse seria lucrativa o suficiente para equilibrar as apostas.

Isto não deixou de ser verdade. Inovações continuam tendo o poder de multiplicar os lucros das empresas. Mas o momento é outro. A verba diminuiu. A crise financeira mostrou que às vezes o pior acontece. A palavra de ordem passou a ser “cautela”.

Mas é possível inovar sem correr riscos? É possível arriscar sem perder dinheiro? Ou, pelo extremo oposto, é possível sobreviver na base da cautela? Veja mais…


%d blogueiros gostam disto: