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Como encontrar emprego pela internet

27/04/2011

Especialistas dão 7 dicas para você chamar a atenção dos recrutadores no ambiente online.

Por Rômulo Martins

Como encontrar emprego pela internetAcessível, barata e prática a internet ocupa um espaço cada vez mais significativo na vida dos brasileiros. Um estudo feito pela empresa E.life aponta que os usuários de redes sociais dedicam, em média, 41 horas por semana ao meio digital. Quando o assunto é encontrar emprego, o ambiente online é considerado ferramenta fundamental, dizem consultores de carreira e recursos humanos.

“Por ser uma ferramenta rápida as empresas recorrem à internet na hora de contratar profissionais. Os softwares são cada vez mais sofisticados. Em poucos minutos é possível selecionar um currículo e conhecer o perfil detalhado do candidato”, afirma Rachel de Carvalho Vieira, consultora de planejamento de carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos.

O acesso rápido a informações e a agilidade nos processos fazem do meio digital uma tendência na busca por emprego, diz Mário Custódio, especialista em recrutamento da divisão de mercado financeiro da Robert Half. “O profissional que busca recolocar-se no mercado de trabalho ou está à procura de outro emprego encontra na internet um leque de opções.”

Ao Empregos.com.br, a consultora Rachel Vieira e o especialista em recrutamento Mário Custódio dão dicas para o seu currículo chamar a atenção dos recrutadores na internet.

1. Procure sites confiáveis
O crescimento de vagas disponíveis no mercado aumentou a procura por oportunidades de trabalho na internet. Resultado: surge uma gama de sites especializados em emprego. Para não cair em golpes, é importante investigar a idoneidade das plataformas digitais. Cadastre-se em sites de sua confiança. Leia mais…

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CURRÍCULO NA INTERNET

19/11/2010

Prático e amigo do meio ambiente documento on-line conquista as empresas que abolem os arquivos de papel. Aprenda a preparar o seu.

Por Rômulo Martins

Currículo na internetRecorrer ao arquivo de papel para encontrar profissionais é coisa do passado. A busca por candidatos hoje é feita, grande parte, na internet. Segundo pesquisa realizada pela consultoria Robert Half em 13 países a cada cinco empresas brasileiras, uma utiliza o meio digital e as redes sociais para selecionar candidatos. Ainda de acordo com o levantamento, o Brasil se tornou o país com os processos seletivos mais rápidos.

Para Tais Targa, manager partner da TTarga Career Consulting, a praticidade e o conceito de sustentabilidade fazem as organizações migrarem para o meio on-line. “As multinacionais e as empresas de grande porte não operam mais com os arquivos de papel. Elas utilizam seus próprios sistemas informatizados para encontrar candidatos”, destaca.

Outra vantagem da internet é a facilidade na atualização do currículo e a padronização do documento. “Os currículos de papel requerem espaço para armazenamento e ficam ultrapassados com frequência. Na internet, em poucos cliques o selecionador utiliza um filtro automático e consegue buscar somente os perfis que são interessantes”, ressalta Guacira Ribeiro, especialista em gestão de recursos humanos pela Fundação Getúlio Vargas.

O meio digital permite ainda mencionar links que remetam ao portfólio ou às redes de relacionamento do profissional. “A maioria dos headhunters (caçadores de talentos) está no Linkedin (rede de relacionamento profissional). Lá eles fazem suas buscas e abordam os profissionais”, afirma Tais.

O currículo na internet, no entanto, tem suas peculiaridades. É importante conhecê-las antes de investir tempo na elaboração do documento on-line. Caso contrário, a dedicação pode ser em vão. O Empregos.com.br dá o passo a passo para você chamar a atenção das empresas no meio digital.

  • 1. Compreenda todos os itens antes de informar seus dados. Cada um tem um propósito diferente. Dica: fique atento às orientações do site;
  • 2. Preencha todas as seções, mesmo as opcionais. Quanto maior o número de informações relevantes, maior a visibilidade. Algumas empresas filtram suas pesquisas em determinados itens do documento;
  • 3. Atualize o currículo sempre que alterar dados pessoais como telefone, e-mail e endereço. Inclua ainda informações novas sobre a carreira como cursos e experiências;
  • 4. Utilize palavras-chave sem economia. É por meio dos termos ligados à área de atuação que as organizações buscam os candidatos. Por isso, são considerados signos fortes;
  • 5. Caso o sistema peça foto, escolha uma imagem de boa qualidade, que mostre apenas o rosto e transmita serenidade;
  • 6. Não esqueça que objetividade, comunicação escrita impecável e destaque nas descrições dos cargos e formação, características do currículo impresso, valem para o meio digital.
  • 7. Cadastre-se apenas em sites confiáveis. Com o amplo uso da internet para recrutar candidatos há uma proliferação de sites de emprego. Nem todos atendem à necessidade do profissional.

FIQUE NA MIRA DOS RECRUTADORES NA INTERNET

28/10/2010

Especialista em recrutamento dá 7 dicas para o profissional despertar “holofotes nas redes”.

Por Rômulo Martins

Fique na mira dos recrutadores na internetCom o alcance da web 2.0 não é preciso mais sair de casa para ser visto e lembrado. As redes sociais se firmaram e, há alguns anos, o relacionamento na internet perpassa os interesses pessoais. Hoje elas são consideradas ferramentas eficazes e efetivas de networking. A web 2.0 é também um filão que desperta cada vez mais a atenção dos profissionais de recursos humanos.

Pesquisa da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, revelou que o Brasil é o país onde os empregadores mais utilizam os sites e redes sociais para contratação. O estudo foi realizado em treze países diferentes, com 2.819 executivos, sendo que os Estados Unidos ficaram de fora. No Brasil, 21% das empresas utilizam o meio social da internet para realizarem contratações. Espanha está em segundo lugar (18%). Em terceiro ficam a Itália e a Holanda, ambas com 13% cada uma.

Especialista em recrutamento da divisão de marketing e vendas, Adriana Cambiaghi explica que o uso das redes para contratação não dispensa o modelo tradicional de recrutamento. Porém elas são ferramentas acessíveis e de baixo custo que facilitam a busca por profissionais e auxiliam na identificação de suas trajetórias nas empresas.

“A proposta é chamar a atenção do recrutador para que ele se sinta atraído a conversar com o profissional a partir das informações disponibilizadas nas redes. Por isso, os principais tópicos da carreira devem ser destacados de uma forma completa e não exaustiva”, declara a especialista.

Fique atento às recomendações de Adriana Cambiaghi para fisgar os profissionais de recursos humanos por meio do seu perfil na internet.

1. Separe o profissional do pessoal
Cada rede reporta a um objetivo diferente. O Linkedin, por exemplo, é uma rede estritamente profissional. Já o Facebook é mais usado para gerar relacionamentos pessoais. Preste atenção no formato da rede para utilizá-la de modo apropriado.

2. Não abuse
Cuidado com o que você posta nas redes, mesmo as usadas para fins pessoais. As organizações costumam acessar todos os perfis, principalmente aquelas que atuam no ramo da comunicação, do marketing e afins. Uma foto embaraçosa ou uma opinião extremista pode queimar o seu filme.

3. Não minta
Divulgar informações falsas fere sua imagem profissional. As empresas estão de olho nas redes, portanto, qualquer deslize pode ser fatal. Publique dados relevantes e verdadeiros.

4. Publique apenas o “publicável”
Revelar detalhes dos seus projetos é um perigo. Você pode estar expondo dados estratégicos da empresa. É uma questão séria que certamente leva à demissão. Informe somente seu cargo, principais atribuições e resultados alcançados.

5. Selecione os contatos
Adicionar ou aceitar pessoas a sua rede sem critérios não é uma atitude inteligente e pode ser prejudicial à imagem. Avalie a relevância do contato. Conexões fortes contam ponto.

6. Mantenha o perfil atualizado
Interaja com as suas conexões e alimente a rede. Além das novas experiências e cursos, não se esqueça de informar e-mail e telefone, itens pelos quais o selecionador vai estabelecer contato com você. Cadastrar-se em uma rede e não utilizá-la é o mesmo que não possuir perfil na internet. Novos recursos surgem a todo momento. É preciso familiarizar-se com eles e usá-los a seu favor.

7. Não peque no português
Falhas ortográficas e o mau uso da língua portuguesa ofuscam os recrutadores. Não é necessário escrever em linguagem formal. O profissional deve, no entanto, respeitar a língua. Dica: una objetividade e concisão com estilo.

MONITORAR REDES SOCIAIS VIRA PROFISSÃO

23/09/2010

Saiba o que faz, onde atua e qual o perfil dos profissionais que trabalham com mídias sociais.

Por Rômulo Martins

Monitorar redes sociais vira profissãoThiego Novais passa o dia no Orkut, Twitter, Facebook. Este é seu trabalho. Ele é estagiário de redes sociais. As empresas passaram a ficar de olho nas redes desde que perceberam o impacto da livre circulação de suas marcas na internet. Começaram a monitorar o que os usuários falavam a respeito delas. Surge assim o profissional de mídias sociais.

Atualmente, o trabalho deste profissional vai além de desvendar o que pensa o seu cliente. “Elabora-se conteúdo, porque é a partir dele que nos relacionamos com o público. Ao mesmo tempo, monitora-se o posicionamento dos perfis corporativos na internet”, explica Vivian Vianna, gerente de redes sociais da Media Factory.

Raio-X do profissional de mídias sociais
O que faz
Estuda o público, planeja e desenvolve campanhas, elabora conteúdo, divulga produtos, serviços ou marcas, gera relacionamento com o cliente por meio das redes. Monitora o que o público diz a respeito da empresa, responde dúvidas e críticas, mensura resultados (ranking dos perfis organizacionais na internet).

Onde atua
Empresas públicas, privadas e organizações não-governamentais de qualquer ramo. Em regime CLT ou como prestadores de serviço (Pessoa Jurídica).

Plataformas de relacionamento
O profissional da área elabora conteúdo para o Orkut, Twitter, Facebook, Youtube, Linkedin, Flickr etc. Normalmente, as empresas geram relacionamento nas redes mais populares. A definição da mídia depende do perfil organizacional e do cliente.

Formação
Grosso modo, quem trabalha com mídia social é formado em Comunicação ou áreas afins – Marketing, Jornalismo, Publicidade, Relações Públicas. Contudo, profissionais de diversas áreas podem atuar na função. Não há graduação em redes sociais, mas algumas universidades vêm realizando cursos de especialização na área.

Competências
Domínio da comunicação escrita. Bom relacionamento interpessoal: o engajamento e a transparência nas relações são fundamentais. Proatividade. Visão estratégica. Conhecimento nas áreas de comunicação e marketing; em tecnologias específicas, internet e suas ferramentas. O profissional de redes sociais deve ficar de olho nas tendências. Seu perfil pessoal na internet é seu portfólio.

Salário inicial
R$ 1,5 mil.

Fontes: André Telles, CEO (executivo-chefe) da Mentes Digitais, autor de “A revolução das mídias sociais” (M.Books, 2010); Vivian Vianna, gerente de redes sociais da Media Factory.

CUIDADO COM SEU PERFIL NA INTERNET

15/04/2010

Utilizar as mídias sociais pode fortalecer sua imagem profissional e garantir seu emprego… Ou não.

Por Rômulo Martins

Cuidado com seu perfil na InternetConsultores de empresas e especialistas em mídias sociais afirmam que os profissionais se sentem mais à vontade para se expressar nas redes do que no ambiente de trabalho. Sem “máscaras”, postam seus melhores ou piores momentos e tendem a opinar sobre diversos assuntos sem receio. Muitas vezes nem se dão conta que estão fazendo de suas vidas um livro aberto. Não por acaso as redes tornaram-se um prato cheio para as empresas que estão contratando ou querem conhecer melhor os hábitos de seus funcionários.

“Com o avanço da tecnologia e a facilidade com que as informações são obtidas e, pelo fato de as pessoas se sentirem mais seguras para falar sobre si nos perfis online, muito da verdade dos candidatos está exposta nas redes sociais. Por isso, os perfis tornaram-se parte da pesquisa para encontrar o profissional ideal”, diz José Augusto dos Santos Castelão, coordenador de recursos humanos da Enken Comunicação Digital.

Além disso, os perfis sociais podem revelar como está a satisfação do profissional com a empresa e como ele se relaciona com as pessoas que fazem parte do seu universo, dizem especialistas. Considerando o conservadorismo do mundo corporativo, todo cuidado é pouco na hora de postar informações pessoais ou profissionais nas redes. O uso inadequado das mídias sociais pode manchar sua imagem profissional e colocar em risco sua carreira.

O Empregos.com.br ouviu um especialista em redes sociais para executivos e dois profissionais da área de recursos humanos a respeito do tema. Eles orientam os profissionais a como se comportar nas redes de modo apropriado – sob a ótica empresarial – para garantir uma boa reputação no mercado de trabalho. Clique aqui e veja a matéria completa.

SELEÇÃO DE TRAINEES USA REDES SOCIAIS

16/12/2009

Vídeos e blogs viram armas para recrutamento

SÃO PAULO – Os longos e penosos processos seletivos de trainees têm ficado mais criativos e dinâmicos com as ferramentas online, como redes sociais. Ambev, Natura, Unilever e Reckitt Benckiser são algumas das que intensificaram o uso desses recursos este ano. Em agosto, a Natura postou no Youtube o vídeo “Próximos líderes”, que não revelava o nome da empresa. O material se disseminou na internet e ao todo 13,4 mil candidatos se inscreveram. “Queríamos alinhamento de valores, de visão de mundo”, diz Denise Asnis, gerente de Recursos Humanos da Natura.Os inscritos ficaram hospedados em uma comunidade, onde analisavam vídeos e escreviam textos. “A abordagem foi excelente”, diz Amarílis Ventura, de 22 anos. Formada em Jornalismo e Empreendedorismo na PUC-RJ, ela aprova as etapas online nas seleções, menos as provas. “São padronizadas. Às vezes, é igual à nota de corte”, diz. Na da Unilever, ela viu um diferencial. O teste consistia num jogo de negócios online. “Você era ambientado na empresa e tinha que tomar decisões.”

A Unilever também inovou em uma das fases eliminatórias. Os candidatos tiveram de criar um blog com a sua “visão de mundo”. Para enfrentar a tarefa, podiam usar a imaginação. Foi o que Flora Faria Rosa, de 25 anos, formada em Administração na Universidade Federal de Juiz de Fora, fez. “Escrevi sobre valores importantes para mim, como a diversidade e a educação”, diz ela, que frequenta a comunidade Trainee Brasil, no Orkut, para saber dicas.

Apesar dos elogios, Flora foi eliminada na entrevista por telefone na Unilever. Seu colega de faculdade Miguel De Vito, de 22 anos, assim como Flora, foi eliminado numa entrevista por telefone. “O bom de fazer as coisas online é que é menos custoso e otimiza o tempo. Mas frente a frente você vê melhor as reações das pessoas”, diz Miguel, que ainda está no páreo no concurso da Natura.

As empresas só veem vantagens no uso do online. “A qualidade dos currículos recebidos melhorou este ano”, conta Ricardo Monteiro, da área de recrutamento da Reckitt Benckiser, multinacional do setor de produtos de limpeza. A empresa tem um blog e uma página no Twitter alimentados por estagiários de vários países, incluindo o Brasil.  “Começamos com um blog, depois passamos para o Facebook e o Twitter”, conta. “Ano que vem, vamos fazer um jogo.”

“As redes ajudam muito”, endossa Thiago Porto, gerente corporativo da Ambev. O Orkut foi usado para divulgar a empresa entre os jovens, com o jogo “Vai uma aí?”, em que eles provavam conhecer as marcas da empresa. O aplicativo vinha com link para o hotsite da Ambev, onde o candidato poderia se inscrever no programa, encerrado em setembro. O resultado foi o aumento significativo do número de inscrições: de 33 mil em 2008 para 60 mil.

Fonte: Estadão

INTERNET NO EXPEDIENTE

23/10/2009

internet job

Diminui o tempo de acesso a sites não corporativos durante o horário de trabalho, revela pesquisa da Websense

Por Rômulo Martins

 A web 2.0 avança e os computadores tornam-se mais acessíveis. O tempo gasto no uso de sites não corporativos durante o expediente, por sua vez, cai pela metade no Brasil em comparação com 2008, revela a pesquisa Work@Work da Websense, realizada com gerentes de TI e funcionários do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e América Central. A pergunta a se fazer é: as empresas estão ampliando cada vez mais seus “filtros de segurança” para se proteger dos hackers e garantir a produtividade ou os profissionais estão mais “maduros” na utilização da web durante o trabalho?

“Hoje em dia, os departamentos de Recursos Humanos estão dando mais importância para a questão do bem-estar do que necessariamente para o controle rígido de horário. À medida que as ferramentas da informática expandem, a questão de bloquear um conteúdo ou não passa a ser uma decisão corporativa”, explica Fernando Fontão, gerente de engenharia de vendas para a América Latina da Websense.

Outro fato inegável é que os computadores estão mais baratos e presentes na casa dos brasileiros. A familiaridade com a internet também dinamiza o seu uso para fins pessoais no trabalho, o que diminui o tempo gasto em sites não corporativos durante o expediente. “A quantidade de ataques na web aumenta muito e existem certos tipos de conteúdo que os usuários sabem que ao acessar seus computadores serão contaminados e eles terão dor de cabeça. Então as pessoas estão começando a se preocupar e a compartilhar do cuidado com a segurança”, acrescenta Fontão. Veja mais…

AS EMPRESAS ESTÃO DE OLHO EM VOCÊ

07/08/2009

networking

Elas fortaleceram os “laços fracos”, mas se mal usadas podem comprometer imagem profissional

Rômulo Martins

O que você costuma publicar em seus perfis na internet? Quem são seus amigos, de quais comunidades participa e o que as pessoas escrevem neles? Cuidado, tudo pode depor contra. É que as empresas podem ser suas seguidoras nas redes sociais.

Isso porque, em busca de inovação, muitas instituições aliaram-se às redes para encontrar candidatos. Elas divulgam suas vagas nos sites de relacionamento ou blogs e utilizam as mesmas ferramentas para avaliar o perfil dos profissionais.

Tenha certeza, aquela informação omitida em seu currículo ou em seu cadastro em dada empresa pode ser facilmente desvendada por meio das redes e isso pode significar sua eliminação em um processo seletivo. “As redes sociais são uma faca de dois gumes”, diz Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, empresa brasileira líder na monitoração e análise da comunicação boca a boca online.

“Ela fortaleceu os laços fracos, mas diminuiu a privacidade. Sendo assim, seu perfil no orkut pode contar contra ou a favor em um processo para determinada vaga”. Os “laços fracos” a que o CEO da E.Life se refere trata-se de pessoas que não têm mais contato com o candidato, porém pertencem a sua rede de relacionamentos. Na maioria dos casos, é por meio deles que se consegue trabalho.

As redes sociais estão sendo bastante utilizadas para a contratação de trainees, principalmente para áreas voltadas à comunicação, informática, marketing e artes em geral. A tendência é forte. Algumas empresas, para se ter uma ideia, exigem que os candidatos tenham blogs.Veja mais…

A INTERNET COMO MÍDIA SOCIAL

07/07/2009

cristiana agostini - LG

Gerente da área de Digital Marketing da LG Brasil, Cristiana Agostini diz que ferramenta vai provocar total convergência na comunicação

Por Rômulo Martins

Formação e experiência vastas é a chave para o sucesso profissional, atesta Cristiana Agostini, que assumiu recentemente a gerência da área de Digital Marketing da LG Electronics Brasil. Formada em Propaganda e Espanhol pela Universidade de Miami, com MBA em Marketing pelo COPPEAD (RJ) e curso executivo de Marketing para Tecnologias Inovadoras na Harvard Business School, Cristiana ingressa na LG com a tarefa de aumentar e inovar ainda mais a participação da empresa no mundo virtual.

Com mais de dez anos de experiência na área de marketing digital, ela já atuou em empresas como Young & Rubicam em Miami, McCann Ericksson no Brasil, NBS, Globo.com, Mobile for You e Yahoo! América Latina.

No Brasil, a LG opera desde 1996, onde comercializa um amplo line up de produtos, com cerca de 350 itens, como TVs tela fina (LCD e plasma) e CRT Slim (tubo reduzido), DVDs, home theaters, notebooks, dispositivos ópticos, celulares, dentre outros.

Em 2008, a empresa faturou US$ 2,8 bilhões, crescimento de 12% em relação a 2007. Atualmente, a LG Brasil é um dos principais focos de negócios da LG Electronics global. Ao todo, são cerca de 4,8 mil colaboradores em todo o país. Em entrevista ao Empregos.com.br, Cristiana fala sobre suas experiências profissionais e sobre o papel da área de Digital Marketing nas empresas. Confira!

Empregos.com.br – Em que consiste a área de Digital Marketing da LG Electronics Brasil?

Cristiana Agostini – Para as grandes marcas, a Digital Marketing tem sido nos últimos cinco anos um dos maiores focos. As empresas continuam com a comunicação offline por uma questão histórica, mas eu vejo que elas têm entendido o poder dos consumidores na internet, em termos de sabedoria, opinião e interação com a marca que o universo online propicia.

Empregos.com.br – Como vai ocorrer a participação e inovação da empresa no mundo virtual?

Cristiana Agostini – Nós já vínhamos trabalhando essa iniciativa. Nosso papel é se dedicar e investir cada vez mais na mídia social para entendermos como o usuário interage com a máquina.

Empregos.com.br – Qual o perfil dos clientes da área de Digital Marketing? Quais as principais estratégias para falar com eles? Veja mais…

EMPREGOS 2.0 – COM MÁRIO PERSONA

01/06/2009

mario persona
Especialista em mercado do trabalho, Mário Persona, dá dicas de como buscar uma oportunidade de emprego através das redes sociais na internetPor João Prado

 

No campo do trabalho e dos negócios, o conceito de networking é conhecido por muitas pessoas como uma ferramenta eficaz na busca por novas oportunidades. Com os avanços tecnológicos, por meio de suas redes sociais (como Orkut, Facebook e outros), a internet tem mostrado que pode ser um ótimo atalho na corrida por um emprego. No Brasil, são cerca de 50 milhões de brasileiros conectados à rede de computadores, segundo pesquisa do IBOPE/NetRatings. Mais ainda: o país é campeão de usuários no Orkut, com 53% do total dos cadastrados no site.

Esses são apenas dois motivos locais que mostram que a internet não é mais o ‘patinho feio’ quando a questão é o mercado de trabalho. Como alguns especialistas apontam, a rede é a alternativa óbvia tanto para quem busca um trabalho, como para as empresas que querem conhecer seus futuros funcionários. Sobre esse assunto, a reportagem do Empregos.com.br entrevistou Mário Persona, escritor, consultor e professor de estratégias de comunicação e marketing.

Quando perguntado sobre a importância da internet para quem busca um emprego, Persona, em primeiro lugar, adverte: “As redes podem ajudar em muito, desde que você mostre ser a pessoa que as empresas desejam”.

Boa leitura!

Empregos.com.br – Qual é a importância de fato do networking na hora de se arrumar um emprego?

Mário Persona – A maioria das pessoas costuma conseguir emprego por indicação de amigos ou parentes, e as próprias empresas já estão acostumadas com o processo. Considerando que as maiores geradoras de emprego não são as grandes empresas, mas as pequenas e médias, é muito comum os colaboradores serem consultados para que indiquem um amigo ou parente quando existe uma vaga. O fato de alguém vir por indicação de uma pessoa conhecida da empresa ajuda a eliminar a maioria das dúvidas quanto à idoneidade da pessoa. Por isso existe a necessidade de se manter um bom relacionamento com parentes e amigos, principalmente aqueles que trabalham em empresas com probabilidade de contratar. Uma boa comunicação também é importante, pois, se os amigos não souberem que o profissional está procurando por uma colocação, poderão deixar de indicá-lo.

Empregos.com.br – Como uma pessoa pode se organizar para criar a sua própria rede de relacionamentos? Você indicaria algo como participar de palestras ou workshops? Veja mais…


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