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DICA DE LEITURA – LIDERANÇA AUTÊNTICA

17/01/2011
Liderança Autêntica Liderança Autêntica
Autor: Bill George
Editora: Gente
Páginas: 230
Preço: R$50,00

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Livro ajuda os leitores a responderem questões vitais, como: O que devo fazer quando os valores pessoais entram em conflito com os valores da companhia?.

Neste livro, Bill George defende a tese de que precisamos de novos líderes para evitar as crises e os escândalos corporativos, e não apenas de novas leis. O autor procura resgatar, a partir de sua experiência como CEO da Medtronic, os princípios maiores que devem reger a administração ética de uma companhia, destacando os valores fundamentais do ser humano e a gestão baseada em missão e valores que produzam maior resultado no longo prazo não só para os acionistas, mas também para os demais stakeholders.

O autor relata vários dos mais difíceis desafios que já enfrentou – de dilemas éticos até o seu próprio crescimento enquanto líder. Ele mostra como desenvolver as cinco dimensões essenciais dos líderes autênticos: objetivo, valores, coração, relacionamentos e autodisciplina.

O livro ajuda os leitores a responderem questões vitais, como: “O que devo fazer quando os valores pessoais entram em conflito com os valores da companhia?”, “Como administrar eventuais escolhas entre as necessidades dos clientes, dos colaboradores e dos acionistas da empresa?” e “Será que eu realmente quero dedicar meu talento aos negócios?”.

Sobre o Autor:
Bill George foi chairman e CEO da Medtronic, a principal e maior empresa de tecnologia médica do mundo. Durante sua gestão, o valor da empresa cresceu de 1,1 bilhão de dólares para 60 bilhões de dólares. É professor da Harvard Business School e membro do Conselho de Administração de Grandes Empresas.

 

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AUTORIDADE X AFETIVIDADE: O DELICADO EQUILÍBRIO DA LIDERANÇA

16/09/2009

afetividade

Por Floriano Serra*

A questão é antiga, mas continua mal resolvida: o relacionamento entre chefes e subordinados ainda deixa muito a desejar em termos de qualidade, eficácia e harmonia. Antes da crise – e certamente continuará após ela – essa dificuldade era a maior causa de demissões nas empresas, em todos os níveis.

Nas atitudes de muitos profissionais ainda sobrevive um paradigma antigo de que “chefe sorridente é chefe incompetente”. E como tem gente que até hoje acredita nisso, quando ocupam cargos de gestão armam-se diariamente de uma feroz sisudez e um ácido mau humor como se disso dependesse a imposição e aceitação da sua autoridade.

A esse respeito, Stephen Covey, autor do best-seller “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, que vendeu mais de 15 milhões de exemplares, afirmou: “A maioria das lideranças ainda está estancada no modelo de trabalhador em que as pessoas são vistas como coisas a ser controladas e reguladas. Mas hoje é imperativo ter consciência de que as pessoas são feitas de corpo, mente, emoções e espírito.”

Outro famoso guru, Peter Drucker, escreveu: “Não se gerencia pessoas. A tarefa é liderar pessoas. A meta é tornar produtivos as forças e o conhecimento específico de cada pessoa. Pessoas precisam ser tratadas cada vez mais como parceiras e não mais como empregadas. Não se pode dar ordem a elas. É necessário persuadi-las.”

E, finalmente, repito o que diz James Hunter, o consagrado autor do “O Monge e o Executivo” que há anos consta da lista dos livros mais vendidos em São Paulo: “Liderança não é o que você faz, é o que você é. Liderança tem a ver com caráter: 99% das falhas de liderança são falhas de caráter. O desenvolvimento da liderança significa o desenvolvimento do caráter.” Veja mais…

PARA INOVAR É PRECISO SER UM BOM LÍDER

08/09/2009

lider

Por José Hernani Arrym Filho*

Quais perguntas devem ser feitas e consideradas como parte da permanente auto-avaliação de empresários e empreendedores que pretendem inovar?

Inovação é um termo para descrever como as organizações em geral (privadas, públicas ou do terceiro setor) criam valor desenvolvendo conhecimento novo, transformando o já existente, mas de modos diferentes. É freqüentemente usado para descrever o desenvolvimento de novos produtos/serviços ou processos calçados na tecnologia. No entanto, as organizações podem também de destacar com inovações em técnicas de gestão ou modelos de negócio.

James March, prêmio Nobel em 1991, utiliza a perspectiva da aprendizagem organizacional para distinguir as inovações que provém de conhecimento inédito e as que buscam novas maneiras de explorar o conhecimento já existente. Para ele, as empresas com foco em novos conhecimentos de destacam, pois atendem aos mercados existentes ou ultrapassam as expectativas criando novos nichos, produtos e serviços.

Podemos afirmar que as organizações que se tornaram líderes, e continuam mantendo-se assim, optaram pela excelência não apenas nas dimensões custo e qualidade, mas especialmente, pela excelência na Gestão da Inovação.

E o que não faltam são exemplos, dentro e fora do Brasil como a Cia. Athlética, Fiat, Google, InBev, Michelin, Microsoft, Nestlé, Odebrecht, Pirelli, Rigesa e Souza Cruz, dentre outras. Vale dizer que estas líderes, como poucos no universo empresarial, aprendem continuamente a definir estratégias vencedoras para pessoas, processos, ambiente e tecnologia, ou seja, as quatro dimensões da inovação.

Frente a isto, devemos nos preocupar com o que é exigido daqueles que estão (ou pretendem estar) à frente de organizações que optaram por uma estratégia de inovação, pois o perfil e desempenho que deles se espera é, no mínimo, “especial”. Além disto, não devemos nos esquecer que há muito estamos em tempos marcados por fortíssima turbulência e por mudanças radicais em alta velocidade, e assim continuaremos.

Na medida em que os desafios da inovação aumentam de tamanho e tornam-se cada vez mais singulares, algumas importantes perguntas devem ser feitas e consideradas como parte da permanente auto-avaliação de empresários e empreendedores bem como daqueles profissionais em posições de liderança:

  • Tenho uma visão clara dos objetivos que minha empresa quer atingir por meio da inovação?
  • Estou pronto e apto (conceitualmente) para esta empreitada e sei como ajudar minha empresa a chegar lá?
  • Sei como lidar com a incerteza?
  • Sou tolerante ao estresse e tenho o vigor e a disposição necessários para atingir os referidos objetivos?
  • Sei o que devo fazer para ampliar minha capacidade de aprendizagem permanente?
  • Sou tolerante ao risco (inclui o aprendizado decorrente de erros) e sei fomentar isto em minha equipe?
  • Sei o que é ser flexível e fomento isto em minha equipe?
  • Sei o que é ser inovador e sei como fomentar o espírito inovador em minha equipe?
  • Sei como lidar com a diversidade? Sei como construir uma equipe cuja marca seja esta?
  • Sou um “agente de mudanças”? Sei como desenvolver criar gerentes especialistas que também sejam verdadeiros agentes de mudanças? Sei como criar agentes de mudanças na “base da pirâmide”?

Gestores interessados e saber mais sobre os processos de inovação e como aplicá-los podem contar também com literaturas sobre o tema: “Gestão da Inovação”, de J. Tidd, J. Bessant e K. Pavitt, Ed. Bookman e “Usina de Inovações”, de Valter Pieracciani, Ed. Canal Certo.

José Hernani Arrym Filho – empresário e sócio da Pieracciani ( www.pieracciani.com.br )

Sobre a Pieracciani  ( www.pieracciani.com.br )

Criada em 1992, a Pieracciani vem construindo um novo referencial na consultoria de gestão: A Consultoria Progressiva. Tornou-se líder dentre as consultorias do país na elaboração e implementação de programas integrados de gestão da inovação em organizações do setor público e privado. Suas metodologias têm foco na transformação dos clientes e são baseadas no planejamento e capacitação envolvendo pessoas, processos, ambiente e cultura das organizações. Seus projetos potencializam a inovação em diversas dimensões (produtos e serviços, processos, modelo de negócios e gestão). Com mais de 400 projetos executados, a empresa possui entre seus clientes as empresas mais inovadoras do País dentre as quais: AmBev, Nestlé, Petrobrá s, Pirelli, Tetrapak, Rigesa, Odebrecht e Avon.

Especialista em modelos inovadores de gestão e de competitividade, o sócio-diretor da consultoria, Valter Pieracciani, é criador de patentes e negócios inovadores como o IonBond do Brasil (tratamento de superfícies), Ecotex (produtos ecológicos para a indústria têxtil) e Canguru (cadeiras de alumínio). Engenheiro e administrador de empresas com pós-graduação em administração industrial pela Universidade de Roma, Pieracciani também é autor dos livros “Qualidade não é mito e dá certo” (atualmente em sua terceira edição) e do recém-lançado “Usina de inovações – Guia prático para transformação de sua empresa”, ambos publicados pela editora Canal Certo.

Desde 1998, a Pieracciani também representa no Brasil a norte-americana Pritchett Rummler-Brache, líder mundial na área de desempenho individual e das organizações, presente em 60 países e que tem como clientes 80% das 500 maiores empresas dos USA( Fortune).

COMPETÊNCIAS PARA A LIDERANÇA

12/08/2009

liderança

Por Eduardo Shinyashiki*

Quando exercemos uma posição de liderança lidamos com um fenômeno complexo, um palco onde se movimentam vários atores, na maioria das vezes com interesses distintos e finalidades não tão convergentes quanto seria o ideal, em cenários que mudam cada vez mais rapidamente a partir de vários aspectos.

Nessa cena complexa, o líder precisa colocar em sua balança inúmeros fatores que, no final, não devem pender para nenhum dos lados. É exigido dele que equilibre continuamente energia, capacidade pessoal, organização, a opinião de outros lideres e os recursos que tem à disposição.

Por isso, nenhuma organização ou empresa pode viver e prosperar sem equilibrar duas exigências: de um lado, a atenção ao crescimento econômico, pela expansão do mercado e otimização dos lucros e, de outro, os aspectos intangíveis ligados ao tipo de liderança, ao capital humano que opera no estabelecimento, à cultura organizacional e ao capital de relacionamentos.

A atenção ao capital humano, ao conhecimento, as experiência e competências das pessoas na organização é fundamental para a concretização de resultados. O reconhecimento de um ideal, de um sonho, a capacidade de estimular nas pessoas entusiasmo, criatividade, dedicação, o sentimento de pertencer a algo, enfim, os valores chamados intangíveis, não passíveis de serem medidos com números e calculadoras, são considerados fundamentais na construção e na manutenção de empresas sólidas e bem sucedidas.

As lideranças que nos marcaram de forma positiva, que deixaram resultados perenes e transmitiram de forma inequívoca valores e ideais, foram resultado da ação de líderes que conseguiram partilhar com os colaboradores uma identidade comum que direcionou atitudes e catalisou energias.

Esses são alguns, dos muitos desafios dos líderes no contexto atual: manter vivas nos colaboradores as extraordinárias forças vitais, criativas, inovadoras e sinérgicas capazes de fazer planos saírem do papel.

O líder indica a direção e verifica a rota, transmite a missão e o significado da tarefa e das ações, tentando assim, harmonizar e equilibrar as vontades e metas individuais com a coletiva, sendo este equilíbrio, a principal fonte de impulso para o desenvolvimento empresarial e pessoal.

*Eduardo Shinyashiki é consultor, palestrante e diretor da Sociedade Cre Ser Treinamentos . Autor do livro Viva Como Você quer Viver, da Editora Gente. Para mais informações, acesse www.edushin.com.br.

CINCO ERROS QUE TODOS OS LÍDERES DEVEM EVITAR

22/07/2009

erros liderança

Por Raul Candeloro*

Já faz algum tempo que os grandes gurus e estudiosos em gestão estão falando sobre a importância que as pessoas têm para as empresas. Estamos falando aqui dos colaboradores, funcionários e diretoria, e da grande influência que têm nas organizações.

 Por exemplo: imagine se a sua empresa pega fogo no meio da noite e queimam-se todos os computadores, móveis, papéis etc que existem dentro dela. Tudo o que restou foram seus funcionários e seus clientes. Você certamente será capaz de colocar novamente a empresa em pé, pois tem pessoas que, com o conhecimento da sua empresa, poderão produzir novamente.

Agora imagine se, por um acaso, um concorrente seu faz uma proposta de contratação irresistível para seus funcionários e todos eles trocam de empresa. Você provavelmente iria à falência.

Muitas gerentes, supervisores e diretores (pessoas que têm cargo de liderança e, portanto, são responsáveis por contratações, demissões e gerenciamento de um ou mais funcionários), cometem alguns erros na área da gestão de pessoas. Aqui colocamos 5 deles, os mais importantes segundo minha experiência. Evitando-os você garantirá uma melhora definitiva na gestão e nos resultados da sua equipe, melhorando não só o ambiente interno quanto o atendimento aos clientes:

 Erro 1: Líderes se preocupando mais com processos, mais com “coisas” do que com as “pessoas”.

 Se você começar a dar mais importância às pessoas que estão na sua empresa, perceberá que rapidamente toda a sua maneira de gerenciar irá mudar. Foco em ter as pessoas certas ao seu lado pode com certeza fazer com que os objetivos da empresa sejam alcançados mais facilmente.

 Tão importante quanto ter as pessoas CERTAS ao seu lado é ter as pessoas ERRADAS o mais longe possível e, principalmente, fazer com que isto aconteça o mais rapidamente possível. Muitos profissionais podem ser “errados” para a sua empresa e “certos” para outra empresa, e vice-versa.

Erro 2: Muitos líderes têm a mania de se sentirem ameaçados no cargo que (more…)

EQUIPE COM VISÃO DE LÍDER

22/07/2009

liderançaCarlos Cruz*

Com seu estilo irreverente, o gênio das finanças Warren Buffett destaca “No mundo dos negócios, o espelho retrovisor é sempre mais claro do que o pára-brisa”. Reflita sobre como você encara a liderança: mantém o foco no espelho retrovisor, se vangloriando das conquistas passadas, ou busca formas de clarear o pára-brisa para inspirar e mobilizar pessoas a alcançar uma visão?

No estudo do capital humano global de 2008 da IBM, que entrevistou 400 executivos de 40 países, 75% das empresas citaram sua incapacidade de desenvolverem líderes futuros como um problema crítico. Face ao crescimento explosivo em mercados emergentes e à aposentadoria de funcionários experientes em economias mais maduras, os dados pesquisados sugerem que as empresas estão colocando seu futuro em risco caso não consigam identificar, desenvolver e capacitar a próxima geração de líderes.

Foram levantados três fatores importantes que contribuem para a capacidade de desenvolvimento de uma força de trabalho adaptável em uma organização:

  • Prever as habilidades necessárias e sua disponibilidade futura nos próximos três a cinco anos.
  • Identificar e localizar indivíduos com expertise específica.
  • Estimular um ambiente que propicie a colaboração entre as pessoas, além das fronteiras organizacionais. Veja mais…

O PARADIGMA DA NOVA LIDERANÇA

15/06/2009

LIDERANÇA

Alguns especialistas defendem que a liderança deve ser aprendida, outros dizem que é um dom natural e que não pode ser ensinado. Mas afinal, o que é liderança e quem tem? Todos são capazes de desenvolver essa capacidade?

Os líderes são pessoas que estão comprometidas em criar um mundo que as pessoas queiram pertencer, e demanda um conjunto de capacidades a fim de manifestar ações nos compromissados com a mudança. Veja mais.


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